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Comprovação Experimental do
Local de Ação / Produção da Corrente Interferencial
Rãs anestesiadas, são previamente colocadas a 45º diagonal e no centro, local
onde as correntes se cruzam. A medida que a intensidade vai sendo aumentada,
ocorre a contração da Rã colocada à 45º diagonal, enquanto que, a rã colocada no
centro, não sofre nenhum tipo de ação da corrente (nula). Experiência realizada
pelo Dr. E. David, do Instituto de Fisiologia e Biocibernética da Universidade
de Erlangen - Nuremberg-Alemanha/Eletromédica1/80Siemens.
Local de Ação / Formação da Intensidade de Modulação Satisfatória, da If Tetra
Estática
Localização espacial das Rãs : “ central ” e a “45° diagonal ”
Local de Formação da
corrente Interferencial
A corrente Interferencial , nas técnicas Tetrapolar Estática e Tetrapolar Manual
Adaptada, é formada profundamente, nos quatro quadrantes a 45° do ponto de
interseção das correntes f1 e f2.
Demarcador Clauton
Serve para demarcar o local da lesão, local da formação da corrente e a posição
da colocação dos eletrodos na técnica Tetrapolar Estática (Machado, 2000)
Local onde a Corrente tem que Passar
A corrente Interferencial tem que passar sobre a lesão, e quando isso ocorre,
produz exacerbação do sintoma DOR. A posição dos eletrodos deverá ser
modificada, até que o paciente experimente a nítida sensação, de que a corrente
esteja passando, exatamente sobre o local lesado e para tanto, usa-se o
“Demarcador Clauton”. O paciente relata desta forma : “ É bem aí a lesão ”.
(Machado, 2000)
Posição do Demarcador Clauton
Deverá ser posicionado, de forma que, o ponto demarcado (Lesão), fique a 45°
diagonal do ponto de interseção das correntes f1/ e f2, nas técnicas Tetrapolar
Estática/Manual Adaptada. (Machado, 2000)
O que Ocorre, quando a
Corrente Interferencial, Passa Sobre a Lesão ?
A corrente Interferencial ao passar sobre a lesão, produz exacerbação do sintoma
DOR. A posição dos eletrodos deverá ser modificada, até que o paciente
experimente a nítida sensação, de que a corrente esteja passando exatamente,
sobre o local lesado.e.para,tanto,.usa-e,o,“Demarcador.Clauton”. O paciente
relata desta forma : “ É bem aí a lesão ”. (Machado, 2000)
Interferencial, passando sobre um Trigger Point e no
Local/Dor Referida.
| Trigger Point |
Local Referido |
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Conhecimento prévio dos Trigger Point
É de vital importância, o conhecimento prévio dos locais exatos dos Pontos de
Disparos ou Trigger Point, bem como, o cuidado com possíveis locais da Dor
Referida, evitando assim, tratamentos equivocados. A comprovação se dá pelo
próprio relato do paciente, quando refere que a corrente está passando
exatamente sobre o local da lesão, provocando exacerbação do sintoma (Dor ou
desconforto). (Machado, 2004)
TRIGGER POINT (Ponto Gatilho ponto de dor)
São nódulos, que possuem de 2 a 5mm de diâmetro, bandas fibrosas,
duros e irritáveis encontrados, nos músculos / fáscias. (Travell.&.Simons, 1983)
Um ponto de dor, é um foco irritável na estrutura do tecido mole (comumente no
músculo e na fáscia (dor miofacial), e que quando estimulado, usualmente por
deformação mecânica / alongamento, cicatração ou pressão direta gera dor
referida. (Travell & Simons, 1995)
Trigger Point - Supraespinhoso
Myofacial Pain and Dysfunction - The Trigger Points Manual Janet G.Travell -
David G. Simons Supraespinhoso
Relação
Dermátomos - Trigger Point - Dor Referida
| Dor
Referida |
trigger point |
 |
Dor Referida X Trigger Point
Normalmente o paciente localiza digitalmente o
local/ponto, como sendo, o Local da Lesão, Ponto de Disparo/Trigger Point, e em
muitas vezes, não correspondendo. Para certificação, usa-se o “Demarcador
Clauton” e a Corrente Interferencial. pesquisando, até que seja encontrado o
local exato da lesão (Trigger Point). evitando assim, tratamentos (em locais)
equivocados. A pesquisa é feita com auxilio do “Demarcador Clauton”, solicitando
antes ao paciente, que localize digitalmente o local da lesão e o marcamos com
uma caneta dermográfica. Após, colocamos o “Demarcador
Clauton”, de forma que o local demarcado, fique a 45°diagonal do ponto de
intersecção das correntes, Aumenta-se a Intensidade (mA), e a corrente ao passar
(estimular) sobre a lesão, provocará desconforto, caso contrário, estamos diante
de uma “Dor Referida” ou então. ocorreu colocação inadequada do posicionamento
dos eletrodos. (Machado, 2004)
A pura e simples, localização digital, do local da lesão, (pelo paciente) muita
das vezes, confunde-se com o local da Dor Referida, que nada mais é, que o
reflexo da lesão, em um ponto próximo ( Dor Referida). Através da Corrente
Interferencial Vetorial, Técnica Tetrapolar ou Tetra Manual Adaptada, e a
relação dos local referido (Dor Referida) com o ponto de lesão (Trigger Point),
são diferenciar ou detectados sem margem de erro, O local ao ser estimulado pela
corrente, produz exacerbação do sintoma Dor, o que confirma a lesão real
(Trigger Point). (Machado,.2004)
Comprovação
A comprovação se dá, pelo próprio relato do paciente, quando refere que a
corrente está passando exatamente sobre o local da lesão, provocando exacerbação
do sintoma Dor. (Machado,.2004)
Dor Referida e Trigger
point
Local referido pelo paciente (Dor Referida - "em vermelho"), estimulado pela
“Interferencial” (sem produzir sensação de desconforto/Dor) e a estimulação do
local da lesão Trigger Point - "em Amarelo", (produzindo a exacerbação da Dor),
confirmando o Diagnóstico Diferencial. (Machado, 2006)
Trigger Point
A estimulação do local da lesão Trigger Point -“ " produz.,Dor/Desconforto,
“CONFIRMANDO” o Diagnóstico Diferencial. (Machado, 2006)
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