Referência  em  FISIOTERAPIA  na  Internet

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Trabalho realizado por:
Dr. Clauton M. Machado
E-mail: clautonufsm@yahoo.com.br


Fisioterapeuta formado em 1980 pela
Universidade Federal de Santa Maria RS - Brasil
Professor de Recursos Eletrotermoterapêuticos na UFSM/RS
Professor Adjunto I

Autor dos Livros:
- Corrente Interferencial - Editora ORIUM 2007
- Eletrotermoterapia - Prática - Ed. Pancast - 3ª edição SP 2002


Diagnóstico Diferencial da Dor Referida X Trigger Point,
através da Corrente Interferencial Vetorial


Comprovação Experimental do Local de Ação / Produção da Corrente Interferencial

Rãs anestesiadas, são previamente colocadas a 45º diagonal e no centro, local onde as correntes se cruzam. A medida que a intensidade vai sendo aumentada, ocorre a contração da Rã colocada à 45º diagonal, enquanto que, a rã colocada no centro, não sofre nenhum tipo de ação da corrente (nula). Experiência realizada pelo Dr. E. David, do Instituto de Fisiologia e Biocibernética da Universidade de Erlangen - Nuremberg-Alemanha/Eletromédica1/80Siemens.



Local de Ação / Formação da Intensidade de Modulação Satisfatória, da If Tetra Estática
 

Localização espacial das Rãs : “ central ” e a “45° diagonal ”

 


 

Local de Formação da corrente Interferencial


A corrente Interferencial , nas técnicas Tetrapolar Estática e Tetrapolar Manual Adaptada, é formada profundamente, nos quatro quadrantes a 45° do ponto de interseção das correntes f1 e f2.

 




Demarcador Clauton

Serve para demarcar o local da lesão, local da formação da corrente e a posição da colocação dos eletrodos na técnica Tetrapolar Estática (Machado, 2000)
 


 

Local onde a Corrente tem que Passar

A corrente Interferencial tem que passar sobre a lesão, e quando isso ocorre, produz exacerbação do sintoma DOR. A posição dos eletrodos deverá ser modificada, até que o paciente experimente a nítida sensação, de que a corrente esteja passando, exatamente sobre o local lesado e para tanto, usa-se o “Demarcador Clauton”. O paciente relata desta forma : “ É bem aí a lesão ”. (Machado, 2000)


 


Posição do Demarcador Clauton


Deverá ser posicionado, de forma que, o ponto demarcado (Lesão), fique a 45° diagonal do ponto de interseção das correntes f1/ e f2, nas técnicas Tetrapolar Estática/Manual Adaptada. (Machado, 2000)

 


 

O que Ocorre, quando a Corrente Interferencial, Passa Sobre a Lesão ?

A corrente Interferencial ao passar sobre a lesão, produz exacerbação do sintoma DOR. A posição dos eletrodos deverá ser modificada, até que o paciente experimente a nítida sensação, de que a corrente esteja passando exatamente, sobre o local lesado.e.para,tanto,.usa-e,o,“Demarcador.Clauton”. O paciente relata desta forma : “ É bem aí a lesão ”. (Machado, 2000)


Interferencial, passando sobre um Trigger Point e no Local/Dor Referida.

 

Trigger Point Local Referido
 


 

Conhecimento prévio dos Trigger Point

É de vital importância, o conhecimento prévio dos locais exatos dos Pontos de Disparos ou Trigger Point, bem como, o cuidado com possíveis locais da Dor Referida, evitando assim, tratamentos equivocados. A comprovação se dá pelo próprio relato do paciente, quando refere que a corrente está passando exatamente sobre o local da lesão, provocando exacerbação do sintoma (Dor ou desconforto). (Machado, 2004)



TRIGGER POINT (Ponto Gatilho ponto de dor)

São nódulos, que possuem de 2 a 5mm de diâmetro, bandas fibrosas, duros e irritáveis encontrados, nos músculos / fáscias. (Travell.&.Simons, 1983) Um ponto de dor, é um foco irritável na estrutura do tecido mole (comumente no músculo e na fáscia (dor miofacial), e que quando estimulado, usualmente por deformação mecânica / alongamento, cicatração ou pressão direta gera dor referida. (Travell & Simons, 1995)
 


Trigger Point - Supraespinhoso

Myofacial Pain and Dysfunction - The Trigger Points Manual Janet G.Travell - David G. Simons Supraespinhoso

 



Relação

Dermátomos - Trigger Point - Dor Referida

 

 

Dor Referida trigger point



Dor Referida X Trigger Point

 

Normalmente o paciente localiza digitalmente o local/ponto, como sendo, o Local da Lesão, Ponto de Disparo/Trigger Point, e em muitas vezes, não correspondendo. Para certificação, usa-se o “Demarcador Clauton” e a Corrente Interferencial. pesquisando, até que seja encontrado o local exato da lesão (Trigger Point). evitando assim, tratamentos (em locais) equivocados. A pesquisa é feita com auxilio do “Demarcador Clauton”, solicitando antes ao paciente, que localize digitalmente o local da lesão e o marcamos com uma caneta dermográfica. Após, colocamos o “Demarcador


Clauton”, de forma que o local demarcado, fique a 45°diagonal do ponto de intersecção das correntes, Aumenta-se a Intensidade (mA), e a corrente ao passar (estimular) sobre a lesão, provocará desconforto, caso contrário, estamos diante de uma “Dor Referida” ou então. ocorreu colocação inadequada do posicionamento dos eletrodos. (Machado, 2004)


A pura e simples, localização digital, do local da lesão, (pelo paciente) muita das vezes, confunde-se com o local da Dor Referida, que nada mais é, que o reflexo da lesão, em um ponto próximo ( Dor Referida). Através da Corrente Interferencial Vetorial, Técnica Tetrapolar ou Tetra Manual Adaptada, e a relação dos local referido (Dor Referida) com o ponto de lesão (Trigger Point), são diferenciar ou detectados sem margem de erro, O local ao ser estimulado pela corrente, produz exacerbação do sintoma Dor, o que confirma a lesão real (Trigger Point). (Machado,.2004)

 

Comprovação


A comprovação se dá, pelo próprio relato do paciente, quando refere que a corrente está passando exatamente sobre o local da lesão, provocando exacerbação do sintoma Dor. (Machado,.2004)
 

 

Dor Referida e Trigger point

Local referido pelo paciente (Dor Referida - "em vermelho"), estimulado pela “Interferencial” (sem produzir sensação de desconforto/Dor) e a estimulação do local da lesão Trigger Point - "em Amarelo", (produzindo a exacerbação da Dor), confirmando o Diagnóstico Diferencial. (Machado, 2006)

 

 

Trigger Point

A estimulação do local da lesão Trigger Point -“ " produz.,Dor/Desconforto, “CONFIRMANDO” o Diagnóstico Diferencial. (Machado, 2006)

 

 

 

Obs.:
- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de seu autor.
- Publicado em 07/07/06

 


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