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Referência em FISIOTERAPIA na Internet |
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Trabalho realizado por: Dr. Clauton M. Machado E-mail: clautonufsm@yahoo.com.br |
Fisioterapeuta
formado em 1980 pela |
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CORRIGINDO (a tempo), "UM GRANDE EQUIVOCO" CORRENTE INTERFERENCIAL |
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A corrente Interferencial, nos últimos anos, não teve nenhum tipo de modificação ou avanço, seja nos protocolos preconizados seja nas técnicas existentes e nem mesmo, em novas aplicações/enfermidades. Para piorar esse quadro, pouco a pouco vem ocorrendo a diminuição da sua aplicabilidade terapêutica, talvez pelo surgimento de outras terapias ou até mesmo, pela falta de capacidade científica de muitos de nós. O tempo foi passando, e fez-se necessária uma releitura da sua aplicabilidade terapêutica e de novas perspectivas no que tange a técnicas clínicas, e que, a partir desta preocupação, teve inicio nosso trabalho, culminando c/ uma nova proposta terapêutica com a Corrente Interferencial Vetorial.
Segunda Fase : Passada a 1ª fase (fase das teorias e teorias !?!), partimos para a parte prática propriamente dita, e aí começaram os problemas, e muitas foram as semanas, em que ficamos debruçados sobre nossas angústias, dúvidas e questionamentos (em relação aos parâmetros do tipo : tempo, slope, spectro, Intensidade em mA, Delta f(v), AMF, aos tipos e graus de intensidades dos diferentes estímulos/sensações (formigamento, vibração, pressão e contração), nas diferentes enfermidades e nas suas diferente fases do processo de reparação celular (hemorrágica, inflamatória, proliferativa e de remodelação,) em diferente locais do mesmo paciente e em diferente pacientes, seja no transcorrer como no decorrer da aplicação/tratamento.
Quarta Fase :
Nesta fase, realizamos a sistematização de todos os resultados obtidos
nesses 7 anos de experiências, com a corrente Interferencial Vetorial, tanto
no que se refere as observações, relatos dos pacientes no dia a dia,
adequações, mudanças e confirmações terapêutica, das técnicas e dos
métodos., culminado com uma nova proposta terapêutica..
Como resultado deste trabalho, criamos, aperfeiçoamos, desenvolvemos os diversos tópicos, como : A definição de corrente, forma de produção, gráficos, freqüência de modulação de amplitude AMF, freqüência de variação de amplitude AVF, freqüência portadora (2000Hz/4000Hz), profundidade de modulação de amplitude, comprovações experimentais dos locais e raios de ação da intensidade, locais endógenos dos efeitos, técnicas básica, técnicas associadas, técnicas incrementadas, adaptada, efeitos terapêutico, indicações, contra-indicações, acomodações, cuidados, observações, Sensações exacerbadas, potencializadas, continuadas, de sonolência, sensação da dor referida, do trigger point, mudança visual edematosa, demarcador clauton, mudança do ponto álgico, intensidades ideal, progressiva, regressiva, freqüências fixas e variáveis, nº de sessões e freqüência das Sessões, tempo, spectros, slope/sweep, técnicas preconizadas (13), desenvolvimento de tratamentos para enfermidades como : Gota, (Cólicas Menstruais Primárias, Enxaqueca - em estudo), Pubalgia, Cisto Sinovial de Anterior de punho sem recidiva de lesão, Síndrome do Túnel do Carpo e Aceleração da reposição de tecido cartilaginoso/ósseo, bem como tratamento para dezenas de outras enfermidades. “A necessidade de adequação de parâmetros, no transcorrer e decorrer do tratamento, segundo sensações/acomodações referidas, não nos permite o uso de protocolo padrão, e não obrigatoriamente, tenhamos que usar uma AMF pré-estabelecida, seja ela, alta ou baixa, fixa ou variável, com Spectro fixo ou variável (estreito ou Amplo), Slope suave ou forte, ou sem Slope, ou ainda, usar uma Intensidade alta/média/baixa, para tratamentos de enfermidades na fase aguda ou crônicas, mas sim, estímulos satisfatórios e sem desconforto, segundo objetivo e familiarização, frente aos diferentes tipos de parâmetros/estímulos. A observância desses parâmetros, com suas inúmeras variações necessárias, para os diversos graus de acomodações, diferentes níveis de sensibilidades de cada paciente, nas diversas fases da lesão, como também, da familiarização do paciente frente ao estímulo, desde o 1º minuto de tratamento até o último, obrigando-nos a adequações constantes dos parâmetros, buscando sempre o sucesso terapêutico, faz com que, cada paciente, tenha no decorrer e transcorrer da aplicação ou tratamento, o seu protocolo individual específico e variável. Sinto-me a vontade, em colocar a disposição de toda a comunidade cientifica, esta nova proposta, para que seja discutida e aprimorada, até porque, é um trabalho sério e vem para somar, acreditando que só assim ganharemos todos : Nós e a Sociedade. |
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Obs.: |
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