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Introdução
Uma doença infecciosa emergente vem assustando milhares de pessoas em
todo o mundo, inclusive no Brasil, e mobilizando órgãos e autoridades de
saúde nacionais e internacionais. Trata-se de uma síndrome pneumônica,
denominada Síndrome Respiratória Aguda Grave um quadro que, de acordo
com a sua própria denominação pode se apresentar de forma severa,
podendo levar a óbito, em cerca de 4% dos casos. www.hportugues.com.br/noticias.
É uma doença respiratória viral grave sobre a qual, nos últimos meses,
foram relatados casos na Ásia, América do Norte e Europa. Foram
registrados casos suspeitos em outros locais do mundo, inclusive no
Brasil. Os casos relatados fora da Ásia ocorreram em indivíduos que
tinham viajado para lá ou entre pessoas que tiveram contato com estes
(familiares ou profissionais de saúde que atenderam estes doentes).
www.abcdasaude.com.br
Segundo informe da OMS (Organização Mundial de Saúde), de fevereiro de
2003 até o presente, contabilizam-se 456 casos suspeitos e 17 óbitos,
com maior concentração em Hong-Kong, Vietnã, Cingapura e recente
expansão para os Estados Unidos, Canadá e alguns países europeus.
www.funasa.gov.br/epi/sars/situação_sars.htm
Ainda não está confirmado o agente causador dessa afecção, embora os
estudos venham apontando para um coronavírus. Alguns representantes
desse grupo de vírus são conhecidos causadores de resfriados comuns.
www.hportugues.com.br/noticias.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) um coronavírus jamais
observado em seres humanos é a causa da Síndrome Respiratória Aguda (Sars),
o novo tipo de pneumonia. Os vírus da família Coronavirus normalmente
são a causa dos resfriados comuns. www.funasa.gov.br/epi/sars/situação_sars.htm
Evidências laboratoriais sugeriam que a doença fosse causada por um
vírus (coronavírus), que sofreu algumas modificações na sua estrutura.
Recente relato na literatura médica associa um novo coronavírus como
causa desses casos de SRAS no mundo. Foi proposto o nome de coronavírus
urbani nestes casos associados à SRAS. www.abcdasaude.com.br
Transmissão
A transmissão se faz por via respiratória, ou seja, gotículas expelidas
no ambiente por indivíduo contaminado, que são inaladas por outro
suscetível. Uma outra forma provável de contaminação é através de
material ou superfície contaminada com secreções do paciente, em contato
com indivíduo suscetível. Não se sabe se as medicações antivirais
conhecidas até o momento podem ter alguma ação sobre aquele agente, essa
é a próxima resposta que está sendo buscada nos pacientes acompanhados.
www.hportugues.com.br/noticias
Após contato íntimo com um indivíduo acometido, o contactante permanece
sem manifestações por um período de 2-7 dias, chamado de período de
incubação, após o qual surgem sintomas como febre, tosse seca e
dificuldade para respirar, (juntamente com o relato epidemiológico de
viagem a um país que apresente casos da doença e contato íntimo com
paciente), o que define o quadro, segundo a OMS (Organização Mundial da
Saúde). www.hportugues.com.br/noticias
A enfermidade inicia com febre que pode ou não estar associada à
calafrios e outras alterações. A pessoa pode sentir mal-estar geral,
dores nas articulações e nos músculos, dor de garganta e dor de cabeça –
sintomas similares aos de uma gripe. Mais raramente poderá haver
diarréia.www.abcdasaud.com.br
Depois de poucos dias, o indivíduo com SRAS poderá apresentar tosse seca
e falta de ar, necessitando, em alguns casos, de internação em Unidade
de Tratamento Intensivo (UTI) para ficar em ventilação mecânica – um
aparelho auxilia na respiração do indivíduo.
Também é possível que a contaminação se dê através de objetos que tenham
sido contaminados pelo doente. Por exemplo, o doente que havia tocado
seu nariz com as mãos passa a usar um pente sem antes ter lavado suas
mãos contaminadas. Outra pessoa, ao usar aquele pente contaminado, e que
depois leva a mão ao seu nariz, se contagia. www.abcdasaude.com.br
Conforme orientação do Centro para Controle de Doenças e Prevenção (CDC),
em Atlanta (EUA), é mais provável que o indivíduo possa infectar outras
pessoas no período em que ele está com os sintomas da doença – febre e
tosse, por exemplo. Todavia, não se sabe quanto tempo ainda, antes ou
depois da doença iniciar poderá se dar a sua transmissão.
www.abcdasaude.com.Br
Como os médicos ainda não sabem exatamente o mecanismo de transmissão e
o agente causador da doença, estão sendo preparadas instalações com
isolamento de contato nos hospitais específicos, pois há uma suposição
de que o causador seja um vírus respiratório. Esse isolamento
respiratório é feito para evitar que se inale o mesmo ar que o paciente.
O procedimento de isolamento é indicado para vírus respiratórios, pois
há três tipos de transmissão: a transmissão por contato, a aérea e a por
gotículas (as que são expelidas pelo organismo ao respirar, ou tossir,
por exemplo). www.comunicacao.jor.br/modules
Prevenção
As medidas preventivas, portanto, referem-se ao controle dos casos que
venham a chegar no Brasil. "Alertamos o sistema de vigilância
epidemiológica para que possamos detectar o caso precocemente e tomarmos
as medidas cabíveis, que consistem em isolamento respiratório e, como se
trata de uma doença desconhecida, encaminhamento a hospitais de
referência no tratamento de doenças infectocontagiosas", diz Jarbas
Barbosa. Outras formas de prevenção;
www.orientacoesmedicas.com.br/sars.asp
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Precauções para controle da
infecção devem ser mantidas nos pacientes com SRAS, até 10
dias após a febre e as demais alterações desaparecerem; |
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Profissionais da saúde têm
orientado as pessoas e distribuído cartões de alerta de
saúde em aeroportos e navios; |
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Indivíduos que tenham tido
contato com pessoas com suspeita da doença deverão procurar
atendimento médico, caso iniciem os sintomas da SRAS; |
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Pessoas com SRAS não deverão
sair de casa. Não deverão ir à escola, ao trabalho ou outros
lugares públicos, por 10 dias após sua cura; |
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Por 10 dias, as pessoas que
partilham a sua casa com o doente terão de lavar bem e
freqüentemente as suas mãos ou friccioná-las com solução que
contenha álcool; |
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Os doentes deverão cobrir seu
nariz e boca ao espirrar ou tossir; |
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Máscaras cirúrgicas deverão ser
usadas pelos pacientes com SRAS em recuperação e pelas
pessoas que tenham contato com estes; |
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Usar luvas descartáveis quando
houver contato com fluidos (suor, urina e etc.) do doente
(importante para os profissionais de saúde). Após, lavar as
mãos; |
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Não partilhar utensílios
domésticos com o doente. Separar talheres, pratos, copos,
toalhas e roupas de cama; Manter a limpeza do domicílio do
doente; |
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As pessoas que convivem com
suspeitos de SRAS não precisarão restringir as suas
atividades fora de casa, a menos que desenvolvam os sintomas
da doença. |
(www.usp.br, www.abcdasaude.com.br)
Para o paciente:
1. Utilizar máscara cirúrgica;
2. Manter o paciente em ambiente separado durante toda a sua permanência
na Unidade;
3. Internar em quarto de isolamento aéreo (para tuberculose);
4. Na porta do quarto sinalizar com os diferentes tipos de precauções
necessárias (padrão, contato e aérea).
5. As roupas utilizadas pelo paciente devem ser enviadas a lavanderia
separadas e devidamente identificadas.
Para o profissional de saúde:
1. Seguir as precauções padrão, de isolamento de contato e aérea para
todo caso suspeito de SRAG;
2. Utilizar máscara N95;
3. Lavagem das mãos antes e após o contato com o paciente e
imediatamente após a retirada das luvas, com água e sabão ou uso de
álcool-gel;
4. Utilizar luvas de procedimentos e descartá-las logo após o uso;
5. Utilizar capote e descartá-lo após o uso;
6. Utilizar óculos de acrílico durante o contato com o paciente;
7. Limpeza e desinfecção de superfícies e utensílios e desinfecção e
esterilização de materiais médico-hospitalares deverá ser realizada
conforme rotina específica para cada material ou superfície; http://www.fiocruz.br/ccs/novidades/mar03/pneumonia.htm
Tratamento
Segundo o Center for Deseases Control anda Preventions (CDC), recomenda
que o paciente com SARS receba o mesmo tratamento que seria utilizado
para pacientes com pneumonia atípica grave de causa desconhecida, em
hospitais. www.usp.br
O tratamento da Síndrome Respiratória Aguda Grave consiste basicamente
em medidas de suporte, como hidratação e, eventualmente, o uso de
próteses respiratórias. É prudente, uma vez que o diagnóstico é de
exclusão, considerar o emprego de antibióticos visando os agentes
bacterianos que comumente causam pneumonia, incluindo as atípicas.
Evolutivamente deve-se ainda levar em conta, principalmente nos
pacientes mais graves, a possibilidade de infecções bacterianas
secundárias. Estão sendo utilizadas drogas antivirais (como a ribavirina)
e corticóides, porém não existem evidências de que tenham produzido
qualquer efeito terapêutico. www.cives.ufrj.br/informes/sars/sars-it.html
Os resultados indicam que os tratamentos médicos, através dos remédios
utilizados atualmente não são meios para curar doenças. São um meio de
não curá-las e prolongá-las. A verdadeira cura consiste na eliminação
das toxinas e na limpeza do organismo, a fim de livrá-lo das causas das
enfermidades. www.michelkallas.hpg.com.br
Mesmo assim, o Center for Deseases Control anda Preventions (CDC), que
controla as doenças infecciosas nos Estados Unidos, sugere a aplicação
de medicamentos usados para pneumonia. Mas, segundo Guido Levi, "é uma
sugestão absolutamente empírica, uma vez que os casos tratados não
responderam". www.usp.br
Cientistas da Universidade de Hong Kong anunciaram ter completado o
primeiro passo para a criação de uma vacina contra a pneumonia atípica
conhecida como Sars (sigla em inglês de Síndrome Respiratória Aguda
Grave).Os pesquisadores produziram uma forma inativa do vírus que causa
a doença e já realizaram testes em laboratório para testar sua
segurança.
A expectativa é de que os testes em animais comecem daqui a poucos
meses, mas os testes em humanos só devem ser realizados dentro de alguns
anos.
A pesquisa foi realizada com a colaboração de cientistas da Escola de
Medicina de Guangzhou e da Universidade Fudan, em Xangai.
www.bbcbrasil.com
Referências Bibliografias
Fiocruz preparada para enfrentar doença que atinge Ásia, Europa e
América do Norte, http://www.fiocruz.br/ccs/novidades/mar03/pneumonia.htm
Síndrome Respiratória Aguda Severa, Sinônimos: SRAS; Síndrome
Respiratória Aguda Grave; SARS. Também conhecida como pneumonia
asiática. www.abcdasaude.com.br
Pneumonia Misteriosa, Entenda a nova pneumonia
www.orientacoesmedicas.com.br/sars.asp
Prevenção e tratamento da SARS, www.orientacoesmedicas.com.br/sars.asp
www.funasa.gov.br/epi/sars/situação_sars.htm
Rácz – Laboratório de Virologia Departamento de Microbiologia Instituto
de Ciências Biomédicas Universidade de São Paulo
www.usp.br
Síndrome Respiratória Aguda Grave, Fernando S. V. Martins
http://www.cives.ufrj.br/informes/sars/sars-it.html
Cientistas avançam na busca por vacina contra a Sars, Publicado em 27
Maio 2003 www.bbcbrasil.com
Pneumonia Asiática tem Sintomas de Gripe e Pode Matar: Fabiane Nicolote
da Costa Publicado em 08 de Maio de 2003
www.comunicacao.jor.br/modules
Síndrome Respiratória Aguda Grave (Pneumonia Asiática) Dra. Ledívia
Espinheira (CRM: 8844) é Infectologista do Hospital Português da Bahia.
www.hportugues.com.br/noticias
Asiática Uma visão holística desta doença, analisada pelo terapeuta
Michel Kallas. / Instituto de Medicina com as mãos Fone 0xx 41 2732985
Endereço: Av. Manoel Ribas, 8570 Santa Felicidade Curitiba Pr CEP
82400000 www.michelkallas.hpg.com.br
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