Trabalho realizado por:

- Fabíola Mariana Rolim de Lima (1);

fabiolafisiot@ig.com.br   fabiolafisiot@hotmail.com

- Valéria Matos Leitão de Medeiros (2);


- Alana Moura Di Pace (3);

- Nária Germana B. R. de A. Paiva (4);

- Rosângela Guimarães de Oliveira (5)

   

CARACTERIZAÇÃO DOS PACIENTES ADMITIDOS PELA FISIOTERAPIA DA ENFERMARIA EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE JOÃO PESSOA, COM O DIAGNÓSTICO CLÍNICO DE FRATURA DE FÊMUR, NO PERÍODO DE UM ANO


INTRODUÇÃO

A fratura de fêmur é uma importante causa de mortalidade e morbidade, e apresenta um crescimento de sua incidência com o avançar da idade, devido principalmente ao aumento do número de quedas e a uma maior prevalência de osteoporose em idosos.
 

Tendo em vista o grande número de pacientes, com diagnostico clínico de fratura de fêmur, admitidos pela fisioterapia no setor da enfermaria, observou-se a necessidade de dar uma maior atenção ao diagnostico citado, justificando assim a pesquisa.
 

O objetivo de estudo foi quantificar os casos de fratura de fêmur admitidos pela Fisioterapia da enfermaria em um hospital público de João Pessoa, correlacionando algumas variáveis como idade, sexo, diagnóstico (tipo de fratura) e destino dos pacientes, no período de um ano, caracterizando o perfil epidemiológico desses pacientes em nossa área de atuação.
 


FRATURA DE FÊMUR

O quadril é a principal articulação responsável pela sustentação de peso. Quando em posição ereta, o peso sustentado em cada quadril corresponde à metade do peso dos segmentos corporais acima do quadril, ou cerca de um terço do peso corporal total. Essa tensão é aumentada ainda mais devido à ação dos grandes e resistentes músculos do quadril. As cargas impostas ao quadril podem aumentar 10% e 20% do peso corporal no simples subir e descer as escadas, respectivamente. Podendo chegar em 550% do peso corporal na deambulação rápida e até a 870% ao cambalear (1).


O quadril apresenta-se como uma articulação complexa, bastante móvel e estável, tendo uma importância fundamental na deambulação e sustentação de peso, sendo por isso, susceptível ao surgimento de processos patológicos (2), e possuindo assim, grande significância para o indivíduo. O comprometimento desta articulação afetará sua qualidade de vida, podendo dificultar ou impossibilita-lo de realizar suas atividades diárias.


O número de idosos vem crescendo nos últimos anos, principalmente nos paises em desenvolvimento, como é o caso do Brasil (3). Dentre os países populosos o aumento do número de pessoas com mais de sessenta anos entre os anos de 1950 e 2025, o Brasil é o que apresentará maior taxa de crescimento, sendo de 1514% (4). Com isso vem crescendo, cada vez mais, a preocupação com essa faixa etária, fim de lhes proporcionar uma redução da morbimortalidade e melhorar sua qualidade de vida.


As fraturas que ocorrem na população idosa são um problema de saúde pública (5,6). As fraturas de fêmur, em geral, são uma causa comum e importante de mortalidade e perda funcional, e sua incidência aumenta com a idade, devido principalmente ao aumento do número de quedas associado a uma maior prevalência de osteoporose nos idosos (7). Sendo assim, ossos ficam progressivamente mais frágeis, até que fraturam com um traumatismo desprezível (8). A ocorrência desse tipo de fratura varia de acordo com os vários países e entre cidades de uma mesma região (6).


O comprometimento nos idosos, com relação ao desempenho neuromuscular, torna-se explícito quando surge a fraqueza muscular, a lentidão na realização dos movimentos, a perda da força muscular e a fadiga precoce, como conseqüência a essas alterações, os idosos passam a apresentar limitações funcionais para caminhar, levantar-se, manter o equilíbrio postural e prevenir-se contra quedas, essas alterações levam a um comprometimento no desempenho funcional levando, na maioria das vezes, a uma dependência ou a própria incapacidade (9). Cerca de 80 a 90% das fraturas de fêmur ocorrem devido a quedas, indicando que o comprometimento das funções de equilíbrio e reações de proteção são fatores de risco importantes para esta fratura (10).


As fraturas de fêmur são mais comumente relacionada com idosos moradores nas áreas urbanas, do sexo feminino e institucionalizados, contudo está presente também em pacientes mais jovens quando em acidentes de alta energia (ex: acidente automobilístico), ou em pacientes submetidos à radioterapia para tratamento de neoplasias pélvicas (fratura patológica) (7).


A fratura de colo de fêmur provavelmente é mais significativa quanto à morbidade, mortalidade e impacto socioeconômico nos países em desenvolvimento (11). A partir dos 50 anos, é duas vezes mais freqüente no sexo feminino. Estima-se que 15 a 20% dos pacientes com fratura de fêmur venham a falecer dentro do primeiro ano após a fratura, e cerca de 50% dos sobreviventes requerem cuidados especiais à longo prazo (10). As fraturas proximais de fêmur estão associadas a, além de um maior número de mortes e incapacidades, a um aumento nos custos hospitalares, comparando-se com os outros tipos de fraturas que ocorrem pela osteoporose (12).

 
A vida sedentária constitui um fator de risco para a osteoporose. Está perfeitamente comprovado que a imobilização e o repouso no leito levam à perda de substância óssea (10).

 

Após o processo de redução da fratura, cirúrgico ou conservador, o paciente passará alguns dias ou até meses acamado. Durante o período de imobilização vários efeitos adversos podem acontecer em diversos sistemas e órgãos, como contratura articular, atrofia muscular e óssea e descondicionamento físico, demonstrando que os efeitos do repouso prolongado jamais são confinados apenas a um sistema corpóreo (13).


Deve-se identificar aqueles idosos com maior risco e assegurar que o tratamento seja custo-efetivo. Sendo assim, esta população deve ser ensinada a melhorar sua saúde óssea e a reduzir o risco de danos. Porém essas medidas não devem ser restritas a esse grupo etário, sendo adotadas por toda a vida (5).
 


METODOLOGIA

A metodologia caracterizou-se como quantitativa, retrospectiva e exploratória, apresentando nível de confiabilidade de 95%. O levantamento de dados foi realizado através do livro de ocorrências do serviço de fisioterapia das enfermarias adulto (Posto I, masculino e Posto II, feminino) no período de janeiro à dezembro de 2006. Os critérios para inclusão na pesquisa foram: indivíduos com idade maior ou igual a 15 anos admitidos pela fisioterapia no setor da enfermaria, com diagnóstico clínico de fratura de fêmur, no período citado, e de exclusão pacientes que não foram admitidos pela fisioterapia, ou que não apresentaram diagnóstico clínico de fratura de fêmur. Todos os dados da pesquisa foram registrados em fichas no editor Word e planilha Excel, sendo apresentados em gráficos.
 

O hospital onde foi realizada a pesquisa, tem caráter público estadual, caracterizado como de grande porte, sendo considerado de alta complexidade por possuir serviços de diagnóstico e terapêutica, unidade de queimados e UTI’s adulto e infantil. A quantidade de leitos no setor da enfermaria é: 58 leitos masculinos, sendo quatro reservados aos presos, e 22 leitos femininos.
 


RESULTADOS

O universo da presente pesquisa foi composto por 263 indivíduos (desses 4 pacientes foram a óbito), sendo 163 do sexo feminino e 100 do sexo masculino, como mostrado no GRÁFICO I. O mês de maior ocorrência de fraturas de fêmur foram, novembro de 2006, com 33 casos, seguido de setembro de 2006, com 29 casos.
 

GRÁFICO I
FONTE: Dados da pesquisa

 

Quanto ao intervalo de idade observou-se uma grande ocorrência de pacientes com fratura de fêmur na faixa etária que abrangeu indivíduos com idade maior do que 75 anos aos 101 anos, seguido do intervalo de maior que 55 a 75 anos de idade (GRÁFICO II). A média de idade do sexo feminino foi de 82,4 anos (±15/101anos), no masculino de 61,82 anos (± 18/94 anos) e a geral de 67,98 anos.
 

GRÁFICO II
FONTE: Dados da pesquisa


Em relação ao intervalo de tempo de permanência dos indivíduos no setor da enfermaria, constatou-se que os pacientes com fratura de fêmur permanecem, em sua maior parte, em um período de mais de 5 a 10 dias de internação, seguido do intervalo de mais de 10 a 15 dias (GRÁFICO III).
 

GRÁFICO III
FONTE: Dados da pesquisa


Quanto ao tipo de fratura, os dados encontrados foram (GRÁFICO IV):
- 63 pacientes com diagnóstico de fratura de fêmur, sem especificação em relação ao tipo, sendo 24 do fêmur esquerdo e 39 do direito;
- 171 indivíduos com fratura de 1/3 proximal de fêmur, onde 95 foram em fêmur esquerdo e 76 no direito. Desses 171 pacientes, 72 apresentaram fratura de colo de fêmur, 89 fratura trastrocanteriana, 1 fratura subtrocantérica e 9 não apresentavam especificação quanto ao tipo de fratura;
- 20 pacientes com fratura de 1/3 médio de fêmur, sendo 10 em membro inferior esquerdo (MIE) e 10 em membro inferior direito (MID). Dos 20 pacientes 17 apresentavam a nomenclatura de fratura de diáfise de fêmur;
- 8 indivíduos com fratura de 1/3 distal de fêmur, onde 7 foram em MIE e 1 em MID. Desses 8 pacientes , 2 apresentavam a nomenclatura de fratura supracondiliana de fêmur;
- E 1 paciente com fratura de fêmur bilateral sem especificação.
Além do diagnóstico de fratura de fêmur alguns pacientes apresentaram diagnósticos associados, como: diabetes melitus; hipertensão arterial sistêmica; traumatismo crânio encefálico; e fraturas de úmero, rário, clavícula, vértebra, pelve, arcos costais e patela.
 

GRÁFICO IV
FONTE: Dados da pesquisa


Em relação ao destino dos pacientes pesquisados, a grande maioria obtive alta hospitalar, seguido dos que foram transferidos para outros setores do hospital, como UTI geral, semi-intensiva, urgência e emergência (GRÁFICO V). Foram encontrados 2 pacientes que não tinham data de destino e 4 que foram a óbito.
 

GRÁFICO V
FONTE: Dados da pesquisa

 


DISCUSSÃO

De acordo com os resultados obtidos nesse estudo, através da coleta de dados, pôde-se observar que em concordante com a literatura pesquisada (12,7,6,10), todos os autores, que citam a incidência das fraturas de fêmur quanto ao sexo, relatam sua maior freqüência no sexo feminino, como encontrado nessa pesquisa.

 
Um outro fator de risco para esse tipo de fratura é a idade, há uma maior ocorrência em pacientes idosos, e sua freqüência aumenta com o avançar da idade (14,12,6). Foi encontrada nesta pesquisa uma alta taxa de fratura de fêmur em pacientes com idade maior do que 75 a 101 anos, apresentando uma média de idade geral de 67,98 anos.


Foi realizada uma pesquisa transversal e retrospectiva com o objetivo de avaliar as características clínicas e epidemiológicas de pacientes apresentando fratura proximal de fêmur em hospitais de São Paulo. Foram comparados dois grupos de pacientes, um de hospitais (73) e outro de pacientes ambulatoriais (50), onde todos apresentavam idade igual ou maior que 65 anos. Os dois grupos foram avaliados e observou-se que houve um predomínio da fratura proximal de fêmur no sexo feminino com um aumento progressivo da incidência desse tipo de fratura com avançar da idade em ambos os sexos (12).


Em outro estudo realizado a fim de determinar a incidência da fratura de fêmur na cidade de Fortaleza (Ceará), foram identificados 663 pacientes com esse diagnóstico. Observou-se uma ocorrência de (21,7/10) casos de fratura de fêmur, em pacientes com mais de 60 anos, para cada mil habitantes e uma maior freqüência no sexo feminino, piorando com o avançar da idade (6).


Observou-se nesta pesquisa uma maior ocorrência, quanto ao intervalo de tempo de permanência no setor da enfermaria, de pacientes que permaneceram de, mais de 5 a 10 dias. Deve-se dar importância ao tempo que o paciente permanecerá no leito, pois o repouso no leito leva à perda de substância óssea (10) e ainda, deve-se considerar que após o processo de redução da fratura, o paciente passará alguns dias ou até meses acamado, o que contribuirá para o surgimento de vários efeitos adversos (13) levando a uma maior dependência do paciente, e consequentemente a um comprometimento de sua qualidade de vida.
 

As fraturas proximais de fêmur estão associadas a um maior número de mortes e incapacidades, a um aumento nos custos hospitalares (12). Esse tipo de fratura teve uma grande ocorrência nesta pesquisa, estando presente em 171 pacientes. Em um estudo com o objetivo de estudar o perfil epidemiológico, a mortalidade e a evolução funcional de idosos com fratura proximal de fêmur, no primeiro ano após a fratura, foram pesquisados 56 idosos, com idade igual à 60 anos ou mais, com fratura de fêmur que teve como causa a queda. Os dados encontrados foram de que as fraturas foram mais comuns em mulheres, brancas e viúvas, sendo a maioria das quedas ocorridas em domicílio. Observou-se uma mortalidade geral, após um ano da ocorrência da fratura, de 30,35% associada ao sexo e à idade, e também um aumento de incapacidade para deambular e de utilização de dispositivo de auxiliares de apoio, e uma redução significativa da capacidade funcional para a realização das atividades de vida diárias básicas e instrumentais dos pacientes pesquisado (14).

 
Pôde-se observar ainda, que grande parte dos pacientes apresentou alta hospitalar, porém não se tem um acompanhamento dos mesmos após a internação e transferência da enfermaria.

 

CONCLUSÃO

De acordo com os dados obtidos com a presente pesquisa, em relação aos pacientes acometidos por fratura de fêmur, observou-se: uma maior predominância do sexo feminino (62%); que a faixa etária mais acometida foi de pacientes com idade maior do que 75 a 101 anos (52%), com idade média de 67,98 anos; uma estadia na enfermaria de mais de 5 a 10 dias (41%); que o tipo de fratura mais ocorrido foi a fratura do 1/3 proximal do fêmur com 171 pacientes, sendo 35% no MIE e 28% no MID; e que a maioria dos pacientes obteve alta hospitalar (90%).
 

A fratura de fêmur está associada a uma maior quantidade de mortes, morbidades, incapacidades e custos hospitalares em pacientes idosos. A morbimortalidade, assim como, o comprometimento no desempenho funcional, e conseqüente dependência ou a própria incapacidade, podem ocorrer a longo prazo.
 

Durante o tempo de permanência hospitalar é de grande importância a atuação da fisioterapia, a fim de reduzir a perda de funções, tanto respiratórias quanto motoras, de evitar o aparecimento de complicações pelo repouso no leito, e de orientar aos familiares e cuidadores sobre como ajudar no cuidado do paciente durante a internação, e principalmente me ambiente domiciliar após a alta do mesmo, além de mostrar a necessidade de se ter um uma continuidade deste tratamento para que sejam maximizadas as funções restantes e recuperadas as perdidas.
 

Nesta pesquisa pôde-se constatar, que grande parte dos pacientes apresentou alta hospitalar, porém não se tem um acompanhamento dos mesmos pós internação, sendo necessária uma continuidade de cuidados através de uma equipe multidisciplinar em ambiente domiciliar ou ambulatorial. Deve-se identificar aqueles idosos com maior risco para a fratura de fêmur e adotar medidas preventivas para a esta população a fim de modificar os hábitos que sejam prejudiciais à sua saúde, reduzindo o risco de danos, e evitando recidivas de fraturas principalmente por quedas, entretanto essas medidas não devem ser restritas a esse grupo etário e devem ser adotadas por toda a vida


REFERÊNCIAS

1. HALL, S.J. Biomecânica Básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

2. LEVIN, P. Luxações do Quadril. In: BROWNER, B.D.; JUPITER, J.B.; LEVINE, A.M.; TRAFTON, P.G. Traumatismos do Sistema Musculoesquelético. 2.ed. São Paulo: Manole, 2000. v.2. p.1713-1749.

3. SALGADO, Marcelo Antônio. Por uma pedagogia do adequado envelhecimento. Revista: A Terceira Idade, São Paulo, v. 10, n. 16, p. 13-20, maio 1998.

4. PAPALÉO NETTO, Matheus; BRITO, Francisco Carlos. Urgências em geriatria, epidemiologia, fisiopatologia, quadro clínico e conduta terapêutica. São Paulo: Atheneu, 2001.

5. WOOLF, A.;AKESSON, C. Prevenção de fraturas em pessoas idosas. Diálogo científico. 1(2):3-4,out 2003.

6. SILVEIRA, V. A. L.; MEDEIROS, M. M. C.; COELHO-FILHO,J. M. et al. Incidência de fratura do quadril em área urbana do Nordeste brasileiro. Cad. Saúde Pública, maio/jun. 2005, v.21, n.3, Rio de Janeiro.

7. SAKAKI, M. H. et al. Study of the proximal femoral fractures mortatlity in elderly patients. Acta ortop. bras., São Paulo, v. 12, n. 4, 2004.

8. FABRICIO, S. C. C.; RODRIGUES, R. A. P.; COSTA, J.M. L. Falls among older adults seen at a São Paulo State public hospital: causes and consequences. Rev. Saúde Pública., São Paulo, v. 38, n. 1, 2004.

9. FRONTERA, W. R.; LARSON, L.. Função esquelética nas pessoas idosas In: KAUFFMAN, Timothy L. Manual de Reabilitação Geriátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. p. 7-10.

10. GULHAM, E.G. Osteoporose e Fraturas Osteoporóticas. In: PICKLES, B.; COMPTON, A.; COTT, C.; SIMPSON, J.; VANDERVOORT, A. Fisioterapia na Terceira Idade. 2.ed. São Paulo: Santos Livraria Editora, 2000. p. 213-229.
 

11. PORTER, S.B. Uma Introdução às Fraturas. In: PORTER, S.B. Fisioterapia de TIDY. 13.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. p.71-98.
 

12. RAMALHO, A. C.; LAZARETTI-CASTRO, M.; HAUACHE, O. et al. Osteoporotic fractures of proximal femur: clinical and epidemiological features in a population of the city of São Paulo. Sao Paulo Med. J., mar. 2001, vol.119, no.2, p.48-53. ISSN 1516-3180.
 

13. OLIVEIRA, M.S.C.M.; HADDAD, E.S.; KOYAMA, R.C.C. Síndrome da imobilização. In: GREVE, J.M.D.A.; AMATUZZI, M.M. Medicina de reabilitação Aplicada à Ortopedia e Traumatologia. São Paulo: Roca, 1999. p. 381-396.
 

14. GARCIA, R.; LEME, M. D.; GARCEZ-LEME, L. E. Evolução de idosos brasileiros com fratura de colo de fêmur secundária à queda. Clinics, 2006, vol.61, no.6, p.539-544. ISSN 1807-5932.
 


(1) Ft., Especialista em Fisioterapia em UTI pela Faculdade Redentor - RJ;
Exerce a função de Fisioterapeuta no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL), João Pessoa - PB; Fisioterapeuta na Clínica de Reumatologia, Medicina Física e Reabilitação da Paraíba, João Pessoa - PB;

(2) Ft., Especialista em Fisioterapia Cardiorespiratória pela UFPE-PE; Mestranda em Educação pela UFPB;
Exerce a função de Fisioterapeuta no Atendimento Domiciliar pelo Programa de Gerenciamento de Casos (PGC), atendimento em Geriatria pela GEAP; e de professora da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, do curso de Fisioterapia na cadeira de Atividades Complementares I – Pesquisa e Gestão em Saúde Coletiva e Atividades Complementares II – Saúde Mental.

(3) Ft., Especialista em Fisioterapia Pneumofuncional pela Faculdade Gama Filho-RJ; Pós- graduada em Fisioterapia Pediátrica e Neonatal pela FIR;
Exerce a função de Fisioterapeuta no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL).

(4) Ft., Especialista em Fisioterapia Cardiorespiratória pela UFPE-PE; Mestranda no Mestrado Profissional em Terapia Intensiva – SOBRATI;
Exerce a função de Fisioterapeuta no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL); e no Hospital Universitário Lauro Wanderley.

(5) Ft., Orientadora; Doutoranda em Educação Popular pela UFPB; Coordenadora do curso de Graduação em Fisioterapia da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba – FCMPB e do Serviço de Fisioterapia do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL).
 


Obs.:
- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de seu autor.
- Publicado em 01/04/2008



© 2008 - World Gate Brasil Ltda

Todos os Direitos Reservados