Referência  em  FISIOTERAPIA  na  Internet

 www.fisioweb.com.br 


Trabalho realizado por:
Micheli da S. Carvalho
Carla Lopes Alves

Orientador:
Prof. Blair José Rosa Filho


MANIPULAÇÃO VERTEBRAL DE MAITLAND


Introdução:

O que é manipulação?

Uma técnica realizada numa determinada velocidade, antes que a pessoa possa preveni-la, as técnicas são freqüentemente delicadas, sempre num pequeno arco de movimento, e raramente são forçadas. O termo manipulação abrange todas as formas de movimento passivo ou pode ser visto, como uma técnica de manipulação forçada, realizada com velocidade.


Desenvolvimento:

Existe algo que o fisioterapeuta deve levar em conta antes de iniciar qualquer trabalho de manipulação ou mobilização, o paciente deve ser encaminhado a um medico antes de iniciar o tratamento. O sucesso deste tipo de tratamento depende da comunicação entre o médico e o fisioterapeuta , o medico deve relatar ao terapeuta os achados clínicos e as metas gerais do tratamento, pois e necessário saber se o paciente apresenta alguma contra-indicação ao tratamento .

Já o fisioterapeuta deve examinar e avaliar analiticamente o paciente , e repetidamente durante o decorrer do tratamento. Os tipos de distúrbios mais indicados a este tratamento são: dor, rigidez, instabilidade, fraqueza, perda da função, pós-trauma.


Contra-indicações:


- Gravidez: Nos últimos meses de gestação, pois a gravidez apresenta problemas mecânicos e funcionais. Porém, se a dor tem origem claramente definida, na coluna vertebral, não existe impedimento para a manipulação, desde que sejam tomadas as devidas precauções.

- Doença da medula espinhal ou cauda eqüina: Qualquer pressão sobre a cauda eqüina ou sobre a medula espinhal é uma verdadeira contra-indicação para qualquer forma de mobilização ou manipulação.

- Comprometimento arterial: Antes de realizar qualquer mobilização ou manipulação do pescoço, é indispensável perguntar especificamente sobre qualquer sintoma que sugira problema da artéria vertebral, particularmente vertigem ou distúrbio da visão, com a posição da cabeça. O fisioterapeuta deve rodar gentilmente o pescoço do paciente, em ambas as direções e manter por alguns segundos, para estar certo de que isto não produz sintomas, antes de tentar qualquer movimento, por mais suave que seja.

- Doenças vertebrais: Uma classificação de causas vertebrais para dor espinhal inclui muitas desordens patológicas bem conhecidas. Freqüentemente, há um parâmetro de mudanças degenerativas básicas que é, algumas vezes, agravada por esforço ou traumas menores.

- Espondilolistese: É uma contra-indicação para a manipula’’cão forçada, porém, o tratamento é freqüentemente bem-sucedido quando dirigido à medida da dor, originada em um ponto mais alto na coluna.

- Osteoporose: Esta restrição se aplica também às condições que possam causar osteoporose, incluindo o tratamento com estilóides.

- Espondilite anquilosante e artrite reumatóide: Elas afetam os ligamentos medulares que, ocasionalmente, podem levar a uma subluxação, na coluna cervical e raramente a morte súbita.


Avaliação continuada:

Com o passar dos anos, várias avaliações tem sido feita por profissionais que trabalham com manipulação para explicar o que estão fazendo nas varias síndromes vertebrais dolorosas que têm tratado com sucesso. Nos últimos anos, os movimentos passivos ganharam maior reconhecimento como modo eficaz de tratamento, se for solicitado a um fisioterapeuta um tratamento por movimentos passivos, será necessário que examine os movimentos isolados do paciente em detalhes, faça com que os dados se encaixem. A avaliação das mudanças nos sinais e sintomas, em cada sessão de tratamento, necessita ser conduzida, de uma maneira especial, há três momentos em que a interpretação do paciente acerca dos efeitos do tratamento é mais valiosa:

1. Imediatamente após o tratamento;
2. Durante a noite do dia do tratamento;
3. Ao levantar-se da cama na manhã seguinte.


Prognóstico:

O fisioterapeuta deve ter sempre sua mente aberta para todas as informações que lhe chegam e manter-se pronto para “sentir” os sintomas do paciente, de forma que possa “andar com sua marcha” , mas mantendo uma atitude entusiasmada e positiva. Embora tenha tentado começar a formular um prognóstico no exame inicial, o fisioterapeuta ainda não tem informações suficientes, isso só ocorrera após três ou quatro sessões. O diagnóstico é uma decisão critica, quando se faz um prognóstico, mas é necessário colocar que, freqüentemente, não é possível fazer um diagnóstico apurado da desordem do paciente. O fisioterapeuta precisa decidir sobre:

1. Que estruturas ele pensa estão comprometida?
2. Qual o estágio da desordem?
3. Qual a estabilidade da desordem?
4. Que fatores estão afetando o comportamento da desordem?
5. Qual a “causa da origem”?


Sinais e sintomas preexistentes:

* Idade.

* Sexo.

* Ocupação.

* Saúde em geral.

* Historia familiar.


A aplicação clínica do prognostico feito:

* Coluna cervical: Muitas dores de cabeça de origem cervical são oriundos da coluna cervical superior e o segmento intervertebral mais comumente envolvido é C2/3. No entanto, este nível necessita ser claramente diferenciado de C1/2, durante o exame físico. Quando C2/3 é o ponto de origem, C3/4 torna-se envolvido, mas somente como um componente secundário. A descrição de vários tipos de dor de cabeça nos ajuda a colocar a dor de cabeça de origem cervical numa perspectiva. Muitos indivíduos que sofrem de dor de cabeça terão um componente de origem cervical dos sintomas, mas eles não poderão ser diagnosticados como tendo “dor de cabeça de origem cervical” e devemos aceitar este fato.

* Coluna torácica:
Quando sintomas escapulares são de origem cervical, eles estarão espalhados pela escápula , assim como na origem dos sinais escapulares, se não houver nenhum componente cervical óbvio, então e mais provável que a origem seja torácica . No exame torácico, o fisioterapeuta estará, geralmente, apto a reproduzir os sintomas. Poderá ser necessário que as técnicas de palpação sejam usadas, combinadas em diversas direções, para que se consiga sua reprodução.

* Coluna lombar: Sabe-se que os episódios de dor lombar entre a população, particularmente em trabalhadores brasileiros, são muito comuns. Fazer um prognóstico é mais fácil quando se determina se um disco está envolvido. É essencial a historia detalhada da desordem lombar do paciente para formular um possível prognóstico. Se a participação do disco intervertebral estiver descartada, o prognóstico torna-se mais simples, por meio de uma avaliação continuada apurada durante todo a tratamento, podemos adquirir a oportunidade de esclarecer o prognóstico.


Exames:

Após a avaliação subjetiva, há necessidade de ser feito um planejamento relacionado com os procedimentos do exame físico antes de sua realização. Exame subjetivo: Está relacionado com as queixas do paciente e sua historia pregressa. Se a técnica de exame é boa, pode-se ganhar muito com as respostas às perguntas feitas. O paciente ganha confiança no fisioterapeuta que, por sua vez, está apto a compreender a condição do paciente. O exame subjetivo poderá ser dividido em cinco partes:

* Tipos de desordem.
* Local dos sintomas.
* Comportamento dos sintomas.
* Questões especiais.
* História.

Exame físico: O exame físico do fisioterapeuta é, em primeiro lugar, interpretar o conceito que o paciente tem de sua incapacidade, em termos de músculos, articulações e nervos que causam sintomas, em segundo lugar, determinar os fatores físicos que podem ter predisposto o paciente à instalação da desordem. É possível, por meio de teste, usando contrações isométricas resistidas e movimentos passivos, diferenciar uma dor muscular de uma dor articular. É também necessário realizar avaliação dos movimentos ativos para verificar as limitações funcionais causadas pela condição e para mostrar a disposição do paciente para mover-se.


Princípios das técnicas:

Há duas formas de manipular um paciente consciente. A primeira, mais conhecida como mobilização: É a execução mais gentil de um movimento por meio de oscilação rítmicas passivas, realizadas dentro ou no limite do arco de movimento. A segunda consiste em forçar um movimento no limite de seu arco por meio de um impulso rápido. A diferença entre estas duas técnicas parece ser desprezível, caso se compare com uma mobilização forte aplicada com um manipulação suave, mas há uma importante diferença: o paciente poderá sempre resistir à mobilização, se ela começar a se tornar muito dolorosa, enquanto a rapidez de um manipulação forçada impedirá qualquer controle por parte do paciente. Ganhar a sensação do movimento é essencial para que uma técnica seja adequadamente realizada, quando determinada técnicas forem praticadas, deverá ser dada atenção a vários detalhes; posicionamento, ritmo do ,movimento,velocidade,graduação do movimento,com tato das mãos,modificação das estruturas do paciente, etc...

Manipulação: O ritmo é importante no que diz respeito às técnicas de manipulação. Obviamente, estas técnicas são realizadas com velocidade, mas mesmo que a posição final do movimento seja constante, para determinadas condições a posição inicial poderá variar. Uma vez que a posição para a manipulação tenha sido adotada, a técnica de manipulação deverá ser realizada a partir da posição onde o estiramento foi um pouco mais significativamente liberado, qualquer que tenha sido a escolha, a manipulação deverá ter a mesma posição final.


Seleção de técnicas:

Os pacientes encaminhados para a fisioterapia de manipulação são classificados em dois grupos distintos; 1º o daqueles que sofrem injurias de algum tipo, relacionada com uma queda uma pancada direta ou uma situação pós-cirúrgica. O 2° grupo inclui pacientes cujo sintomas surgiram espontaneamente ou após um incidente corriqueiro, como levantar uma mala ou virar-se rapidamente. Os pacientes do segundo grupo apresentam sinais ,sintomas e histórias que são prontamente reconhecíveis. A fisioterapia por manipulação e somente um tema para aprendizagem e aplicação de técnicas. E um tema para se saber quando é como se usa uma técnica e como adaptá-la a uma situação especifica.

Conhecimento atual das desordens patológicas, a três aspectos a serem considerados:

1- Os movimentos e as respostas às relacionadas com o arco de dor.
2- As estruturas sensíveis à dor e seus padrões dolorosos.
3- As desordens patológicas e mecânicas.


Técnica: protocolo.

1- Dias alternados.
2- 10 a 14 sessões.
3- Parar por 1 semana.



Aplicação das técnicas:

As técnicas fisioterápicas de manipulação só tem valor como forma de tratamento, se forem acompanhadas de uma avaliação continua bem apurada. A escolha correta da direção do gral, da velocidade, do ritmo e da duração das técnicas devera ser feita de maneira correta. A avaliação deverá ser feita antes, durante e depois de cada técnica. Se e esperado uma rápida melhora, durante o exame e o tratamento iniciais, a mudança de uma técnica para outra devera ser feita mais rapidamente. Se é esperada uma melhora mais lenta, será errado mudar de uma técnica para outra até que se esteja claro que a técnica inicialmente selecionada não esta mais sendo eficaz. Patologias: durante o tratamento, a dor radicular severa se manter por vários dias, antes que o paciente note qualquer redução em seu sintoma. A intensidade das técnicas de mobilização será determinada pela dor, pelo espasmo muscular e pela resistência e pela relação entre eles, deverá ser tomado cuidado quando uma técnica de mobilização produzir uma dor que e referida num segmento distal, devendo a avaliação ser escrupulosamente repetida. Os movimentos de pequena amplitude deveram ser usados no tratamento da dor ao final do arco de movimento. Algumas vezes, a dor causada pelo tratamento poderá ser diminuída por movimentos de grande amplitude, todo espasmo verificado durante o movimento devera ser respeito, tratado gentilmente e nunca ser forçado, a duração da primeira sessão de tratamento devera ser menor que a das sessões seguintes, uma vez que o primeiro estiramento muscular parecera causar mais reações que os estiramento subseqüentes. Com isto em mente, devera ser feito uma observação adequada do aumento temporário dos sintomas após a primeira sessão da tratamento. O tempo de duração das sessões seguintes dependera das respostas ao tratamento anterior, se o tratamento estiver perpetuando a dor articular ou se não houver nenhuma melhora, após um determinado numero de sessões, então o tratamento devera ser interrompido temporariamente, a fim de decidir se este tratamento esta trazendo qualquer efeito, em longo prazo ou não. A manipulação de uma articulação muito dolorida raramente e escolhida, ao inicio do tratamento e é, com toda certeza, nunca para um espasmo muscular, é uma regra essencial nunca fazer uma manobra forçada, quando houver um espasmo protetor, na maior parte das circunstâncias clinicas, os sintomas poderão ser aliviados pela mobilização, sem que haja a necessidade de lançar mão da manipulação.


COLUNA CERVICAL

A coluna cervical poderá ser subdividida em cabeça sobre o pescoço (cervical alta), pescoço sobre o pescoço (cervical média) e pescoço sobre o tronco (cervical baixa).

Freqüentemente, as desordens da coluna cervical superior resultando em dores de cabeça. A coluna cervical alta não inclui os discos intervertebrais, enquanto a coluna cervical superior inclui a articulação intervertebral C2-C3, onde há um disco intervertebral significativo que precisa ser levado em conta. A razão para subdividir a coluna em cervical alta e cervical superior é que, desta forma poderá ser dada ênfase a uma parte especial do exame por palpação. A coluna cervical baixa envolve estruturas articulares sinoviais e discos intervertebrais desordem discogênicas cervicais (que também podem envolver as raízes nervosas, acontecem, mais freqüentemente, na coluna cervical baixa. As desordens da coluna cervical média são, mais comuns, desordens de articulações sinoviais e a dor a estes níveis pode ser referida como ascendem +C e descendente.

As estruturas do canal medular, das fixações durais e das raízes nervosas cervical são também fontes potenciais de sintomas e de restrições funcionais na região.

Deverá ser estabelecida uma ligação consistente entre a dor e as atividades que envolvem o pescoço, área de sintomas, coluna cervical alta.

Quando um paciente queixar de dor subccipatal, o local deverá ser determinado com precisão, porque isto auxilia a determinar se a causa está se originando na área ocripito-atlantal, na área atlanto-axial ou na área entre C2 e C3. A maneira mais precisa, de determinar este local é, pedir ao paciente para apontar a área da dor, se colocar o dado dele e o seu mesmo lugar, aplicar pressão e perguntar “É aqui?”, se ele disser “sim”, o próximo passo deverá se variar o ângulo da pressão e, também, variar os pontos de contato com o dedo, até que o ponto exato de dor seja encontrado. Parece um procedimento intediante, mas ele economiza bastante tempo, em outros aspectos do exame; ele orienta o caminho que o exame físico deverá tomar.

Coluna Cervical Baixa

Uma segunda área de dor de origem cervical merecedora de discussão é a dor sentida, ao longo da área supra-escapular. Este é um local comum de dor que pode se originar da coluna cervical baixa ou da coluna torácica superior.

A informação mais esclarecedora e obtida, determinando-se os sintomas.

1°. Começaram na coluna cervical baixa e então, espalharam-se para baixo e lateralmente, para o ombro.
2°.Irradia-se de um ombro para outro pelo nível de (aproximadamente) +2, sem estender-se ao pescoço. Isto serve como um guia para que se saiba se os sintomas se originam em C5-7 ou em T1-2.

Comportamento dos Sintomas

Como os sintomas raramente são constantes e invariáveis, por 24 horas, todos os dias da semana seu comportamento deverá ser estabelecido. os sintomas músculo esqueléticos cervicais que têm um início espontâneo seguem um padrão quase regular e pioram, com a atividade e com os movimentos cervicais. Os pacientes freqüentemente acordam com enriquecimento temporário do pescoço, mesmo que sua dor tenha diminuído. Os pacientes que tenham se envolvido em um acidente não mostrarão padrões regulares, no comportamento dos seus sintomas. Quando os sintomas são agravados pelos movimentos, estes devem ser estabelecidos.

Planejando o Exame Físico

Se for estabelecido um quadro subjetivo bem esclarecedor, o exame físico será mais fácil de ser realizado. Por meio de uma observação rigorosa, e possui realizar qualquer tipo de exame dize, o vigor do exame, e os tipos de testes de movimento que serão usados.

Exame Físico

O exame físico deverá começar pela observação. A dor atual do paciente deverá também se determinada. Indícios sutis, como falhas no alinhamento postural, deformidades protetoras (e os efeitos da correção e nova correção dele) e distrofias musculares auxiliarão e determinar a causa, os fatores que contribuem e os estágios da desordem do paciente.

Demonstração Funcional

A análise das limitações funcionais do paciente estabelecerá o grau de sempre que possível. desenvolvimento da coluna cervical

Avaliação Breve

Uma breve avaliação dos movimentos do pescoço e a palpação da coluna cervical para verificar a sensibilidade poderão ser importantes neste estágio para confirmar a necessidade de uma avaliação posterior.

Aplicação de Teste

Um teste auxiliar que poderá mostrar sinais articulares, quando os testes de movimento ativo, seguidos por pressão adicional são indolores, e o movimento combinado de extensão lateral com flexão e rotação, em direção ao lado da dor.

Movimento sob Compressão Posição Inicial

O fisioterapeuta deverá permanecer sentado atrás do paciente, colocando suas mãos entrelaçadas, sobre o alto da cabeça o paciente e sobre a área parietal do seu crânio. O tórax do paciente deverá estar estabilizado pelo abdômen, pelo peito e pela força medial dos cotovelos do fisioterapeuta, que deverá pressionar seu queixo contra o dorso das mãos de forma a auxiliar a aplicação da pressão compressiva.

Tração cervical

A coluna torácica superior/média, as costelas e suas fixações podem influenciar as regiões escapulares torácica e do ombro. Isto poderá ser verificado por sintomas referidos diretamente ou por influencia na estabilização postural dinâmica e na relativa mobilidade do ombro e sua articulação. A coluna torácica baixa e a região de transição torácica lombar podem influenciar desordens da região lombo-pélvica, de uma maneira semelhante. A mobilização ou manipulação ou manipulação da coluna torácica das costelas poderá ser necessária após uma cirurgia torácica ou cardíaca aberta. De fato, um trauma na caixa torácica, durante a cirurgia, pode resultar em dor e tensão muscular e esqueléticas pós-operatórios

Avaliação Subjetiva

- Tipos de desordem
- Estabelecer porque o paciente procura tratamento
- Dor, tensão, fraqueza, instabilidade etc...
- Instalação aguda
- Trauma após cirúrgico, tração, suporte de peso.
- Comportamento dos sintomas geral

Quando eles estão presentes, quando eles flutuam e porque (associados, dissociados das atividades da vida diária, a cama, travesseiro inflamação).

Efeitos do repouso sobre o local e sintomas referidos (associados, dissociados, atividades diárias, travesseiro, cama, tamanho, contendo inflamação comparar esses sintomas pela manha com o final do dia).

Dor ou enrijecimento, ao levantar duração efeito das atividades (único do dia comparado ao final).

A observação da coluna torácica e freqüentemente inconsistente . as adaptações posturais, como ombro, arredondados, escapulas “aladas”, micromatia tórax aplainado, cifose e escoliose da coluna torácica poderão ser evidente. No entanto, estas observações necessitam estar relacionadas aos sinais e sintomas do paciente para terem significado.

Antes de começar o exame dos movimentos funcionais ativo da coluna torácica, deverá ser sempre perguntado ao paciente se há algum sintoma presente e, se presente, como e onde está . é importante que a avaliação da dor (sintomas) responsiva ao movimento comece aqui.
Quando a demonstração funcional oferece uma informação adequada sobre a origem dos sintomas do paciente, o fisioterapeuta avalia , rapidamente as áreas envolvidas, se a coluna torácica parece estar mais envolvida, um exame detalhado desta área poderá ser iniciado. A coluna cervical deve também ser testada rapidamente, de forma a ser excluído ou esclarecido seu envolvimento.

Rotação Torácica

A rotação torácica poderá ser avaliada de várias maneiras diferentes, mas a primeira posição escolhida deverá ser a indicada pelo paciente em resposta à questão “há algum movimento da cabeça que você sente que provoca seus sintomas? “Pode ser que responda, demonstrando seu roteiro do golfe. Nestas circunstancias é necessário determinar em que ponto, no movimento a dor é provocada, de forma que o movimento passivo possa ser avaliado, mais especificamente.

Testes de movimentos compressivo

Todo os movimentos fisiológicos poderão ser realizados, com ou sem compressão. O paciente se senta com braços dobrados e o fisioterapeuta fica de pé, atrás dele estabilizando seu tórax com o corpo aplicando compreensão, colocando seus ante braços em torno dos ombros do paciente e abraçando com as mãos. O fisioterapeuta então usa ambas as mãos juntamente com a parte superior do esterno (aproximadamente ao nível de T3 do paciente) para aumentar o peso de seu corpo gradualmente, empurrando, assim, a coluna torácica do paciente em direção ao solo.

Movimentos oscilatórios localizados de flexão, extensão, flexão, lateral e rotação podem ser, então, realizados, enquanto a compressão e mantida.

A adição de compressão na coluna torácica não faz, comumente, grande diferença para a resposta dolorosa encontrada , quando o mesmo movimento (ou movimentos) foi realizado, sem compressão .

Teste da batida

Se os movimentos ativos são completos e liberados os sintomas, o paciente senta-se sobre a maca, com a coluna fletida: são dadas batidas , em cada processo espinhoso da coluna torácica e nos ângulos das costelas, com um martelo de reflexão. Um processo espinhoso ou amplo de costelas pode mostrar uma sensibilidade diferente, além ou acima de qualquer um dos outros. Em alguns casos, este efeito ressonante poderá ser uma maneira de detectar dismineralização óssea fratura por estresse ou tumor ósseo.

Teste diferenciais por palpação

Quando a pressão transversa sobre, digamos T7, á direita, provoca dor no paciente, poderá ser necessário determinar se os sintomas estão se originando na articulação intervertebral T7/8 ou na articulação intervertebral T7/6.



COLUNA LOMBAR

Sintomas que se originam de desordens

Coluna lombar são difíceis e complicado de diagnosticar mais especificamente do que os de outros níveis da coluna vertebral. Os padrões de apresentação da do lombar e de sintomas associados dão ao fisioterapeuta poucos indícios de sua origem precisa

A coluna lombar é a parte da coluna que recebe mais atenção por parte da fisioterapeuta e doas cirurgiões ortopédicos sendo a área da coluna que causa interrupção de atividades laborais.

Na maioria dos casos, a queixa principal do paciente e a dor, tanto na coluna quanto nas nádegas, na parte inferior do abdome, na inferior virilha ou nas pernas. Qualquer limitação funcional dará pistas para achados mais precisos no exame físico, como, por exemplo: não posso colocar minhas meias pela manhã. O fisioterapeuta que faz manipulação deve prestar atenção aos pacientes que apresentam com problemas “articulares” ou injurias desportivas nos membros inferiores.


Exame físico

Como o paciente se levanta de uma cadeira sua prontidão para locomover-se como caminha, postura.

O exame de flexão da coluna lombar pode incluir flexão p/ a frente [FF] com sobrecarga e retorno p/ a posição ereta

Testes esclarecedores da extensão lombar, a partir da flexão total, com velocidade.

Testes esclarecedores da sobrecarga mantida em flexão, rotação com flexão e a ,seguir , rapidamente para a extensão total.

Flexão p/ frente com flexão cervical.

Flexão para frente, com rotação para esquerda e para a direita.

Meia flexão com rotação para a esquerda e para a direita

Flexão,de baixo para cima.

Flexão com impedimento de qualquer deformidade protetora.

A flexão para a frente é um movimento muito importante na coluna lombar e deve ser examinada em profundidade e com intimidade.

Método

Segurando a pelve e a parte superior da coxa do paciente com o antebraço direito, o fisioterapeuta flexiona-lhe lateralmente a coluna lombar, de baixo para cima, balançando a pelve. O fisioterapeuta coloca a pelve do paciente, numa posição cefálica para a esquerda, puxando com o antebraço direito e retorna empurrando a coxa do paciente, com seu lado direito. O movimento oscilatório gira a pelve com a parte de baixo do quadril e o fêmur atuando como pivô. O movimento e fácil de ser produzido e de ser apalpado.

Para testar a flexão lateral no lado oposto, deve - se pedir ao paciente para gira para o outro lado.

Ocasionalmente, um paciente vai desenvolver desconforto cervical, após o tratamento por rotação lombar. Dessa maneira, é preferível não alterar a posição da cabeça, a não ser que seja necessário melhorara a posição inicial.

A irritação cervical geralmente cede sem qualquer dificuldade, mas é melhor evitá-la se, possível.

A possibilidade de irritação da coluna torácica inferior ou a criação de uma condição torácica pode se tornar um problema real , com a mobilização forte, necessitando obcecação. É necessário cuidado especial com aqueles pacientes que tenham[ou que tenham tido] sintomas torácicos inferiores, quando seu problema lombar estive sento tratado, os sintomas de dor referida podem ser reproduzidos na perna indolor.

Tratamento

Como seu problema parecia ser discogênico [levantar-se após um de terminado período sentado aumenta a dor], com uma severa irritação da raiz nervosa, podemos dizer que.

A técnica escolhida deveria ser a de rotação uma vez que os sinais e os sintomas eram claramente unilaterais.

A rotação deveria ser realizada, na posição e na direção de “alivio do sintoma” para evitar provocação de dor.

Pensando em futuras técnicas de tratamento, parecia possível que os sinais do canal não melhorariam em paralelo com os sinais articulares e, desta forma o estiramento do tipo PEE poderia ser realizado, mais tarde.


REGIÕES SACROCOCCÍGEA E INTERCOCCÍGEA

Esta área é comumente e local de dor e nem sempre é fácil determinar se esta dor é um fenômeno originado na área lombo ou se é uma dor local, decorrente de uma desordem articular. A palpação, em ambos os casos, será dolorosa. Se a dor está presente no movimento pélvico na postura sentada, um teste de diferenciação deve ser usado para determinar a sua origem. A resposta dolorosa, enquanto se move a pelve, ao sentar numa cadeira firme é comparada com resposta dolorosa com os mesmos movimentos pélvicos e na mesma cadeira, mas com duas almofadas, cada uma sob cada tuberosidade isquiática. Nessa posição, não há pressão sobre o cóccix. No caso de coccigodinia crônica, quando a mobilização tiver pouco e importante avaliar a dor pelo teste de slump ou FEE, porque as restrições a mobilização neural nessa área são prontamente tratáveis, usando-se técnicas de mobilização neural

Palpação

A palpação é a parte mais importante do exame primeiramente, o alinhamento dos segmentos é essencial a resposta dolorosa ao movimento palpatório e o segundo fator mais importante. O primeiro teste palpatório de movimentação passiva envolve pressão centra póstero-anterior.

Pressão e técnicas de tratamento

Pressão coccigea central póstero anterior posição inicial.

O paciente permanece em prono e o fisioterapeuta coloca, tanto quanto possível a falange dIstal de seu polegar solve a parte mediana do cóccix.

Método

Deve ser usado, primeiramente, um movimento suave e a profundidade deve ser aumentada, somente se a resposta dolorosa permitir. Um ponto importante da técnica é que se deve fazer a maior uso possível de variação do ponto de contato, mesmo que a mudança seja de 1 mm por vez variação do angulo da pressão- cefálica, caudal, a esquerda, à direita e suas combinações.
A diferenciação entre o aumento da dor dado pela técnica usada pelo fisioterapeuta e da dor decorrente do problema dever ser observada porque o paciente pode realmente, sentir a diferença. Se o paciente acha que são os polegares do fisioterapeuta e não a desordem que esta causando a dor, o fisioterapeuta deve mudar[ e continuar mudando] o contato de seu polegar até que a sensação dolorosa tenha sido erradicado.

Técnicas de tratamento

Tais técnicas de exame, que produzem a resposta dolorosa esperada, são usadas como técnicas de tratamento. Entretanto, é preferível usar técnicas de grau 2 ou 3, até que se saiba se não haverá qualquer reação desfavorável a técnicas mais firmes. 
 

 

Obs.:
- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.
- Publicado em 07/06/04

 


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