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Introdução:
O que é manipulação?
Uma técnica realizada numa determinada velocidade, antes que a pessoa possa
preveni-la, as técnicas são freqüentemente delicadas, sempre num pequeno arco de
movimento, e raramente são forçadas. O termo manipulação abrange todas as formas
de movimento passivo ou pode ser visto, como uma técnica de manipulação forçada,
realizada com velocidade.
Desenvolvimento:
Existe algo que o fisioterapeuta deve levar em conta antes de iniciar qualquer
trabalho de manipulação ou mobilização, o paciente deve ser encaminhado a um
medico antes de iniciar o tratamento. O sucesso deste tipo de tratamento depende
da comunicação entre o médico e o fisioterapeuta , o medico deve relatar ao
terapeuta os achados clínicos e as metas gerais do tratamento, pois e necessário
saber se o paciente apresenta alguma contra-indicação ao tratamento .
Já o fisioterapeuta deve examinar e avaliar analiticamente o paciente , e
repetidamente durante o decorrer do tratamento. Os tipos de distúrbios mais
indicados a este tratamento são: dor, rigidez, instabilidade, fraqueza, perda da
função, pós-trauma.
Contra-indicações:
- Gravidez: Nos últimos meses de gestação, pois a gravidez apresenta
problemas mecânicos e funcionais. Porém, se a dor tem origem claramente
definida, na coluna vertebral, não existe impedimento para a manipulação, desde
que sejam tomadas as devidas precauções.
- Doença da medula espinhal ou cauda eqüina: Qualquer pressão sobre a
cauda eqüina ou sobre a medula espinhal é uma verdadeira contra-indicação para
qualquer forma de mobilização ou manipulação.
- Comprometimento arterial: Antes de realizar qualquer mobilização ou
manipulação do pescoço, é indispensável perguntar especificamente sobre qualquer
sintoma que sugira problema da artéria vertebral, particularmente vertigem ou
distúrbio da visão, com a posição da cabeça. O fisioterapeuta deve rodar
gentilmente o pescoço do paciente, em ambas as direções e manter por alguns
segundos, para estar certo de que isto não produz sintomas, antes de tentar
qualquer movimento, por mais suave que seja.
- Doenças vertebrais: Uma classificação de causas vertebrais para dor
espinhal inclui muitas desordens patológicas bem conhecidas. Freqüentemente, há
um parâmetro de mudanças degenerativas básicas que é, algumas vezes, agravada
por esforço ou traumas menores.
- Espondilolistese: É uma contra-indicação para a manipula’’cão forçada,
porém, o tratamento é freqüentemente bem-sucedido quando dirigido à medida da
dor, originada em um ponto mais alto na coluna.
- Osteoporose: Esta restrição se aplica também às condições que possam
causar osteoporose, incluindo o tratamento com estilóides.
- Espondilite anquilosante e artrite reumatóide: Elas afetam os
ligamentos medulares que, ocasionalmente, podem levar a uma subluxação, na
coluna cervical e raramente a morte súbita.
Avaliação continuada:
Com o passar dos anos, várias avaliações tem sido feita por profissionais que
trabalham com manipulação para explicar o que estão fazendo nas varias síndromes
vertebrais dolorosas que têm tratado com sucesso. Nos últimos anos, os movimentos
passivos ganharam maior reconhecimento como modo eficaz de tratamento, se for
solicitado a um fisioterapeuta um tratamento por movimentos passivos, será
necessário que examine os movimentos isolados do paciente em detalhes, faça com
que os dados se encaixem. A avaliação das mudanças nos sinais e sintomas, em
cada sessão de tratamento, necessita ser conduzida, de uma maneira especial, há
três momentos em que a interpretação do paciente acerca dos efeitos do
tratamento é mais valiosa:
1. Imediatamente após o tratamento;
2. Durante a noite do dia do tratamento;
3. Ao levantar-se da cama na manhã seguinte.
Prognóstico:
O fisioterapeuta deve ter sempre sua mente aberta para todas as informações que
lhe chegam e manter-se pronto para “sentir” os sintomas do paciente, de forma
que possa “andar com sua marcha” , mas mantendo uma atitude entusiasmada e
positiva. Embora tenha tentado começar a formular um prognóstico no exame
inicial, o fisioterapeuta ainda não tem informações suficientes, isso só
ocorrera após três ou quatro sessões. O diagnóstico é uma decisão critica,
quando se faz um prognóstico, mas é necessário colocar que, freqüentemente, não
é possível fazer um diagnóstico apurado da desordem do paciente. O
fisioterapeuta precisa decidir sobre:
1. Que estruturas ele pensa estão comprometida?
2. Qual o estágio da desordem?
3. Qual a estabilidade da desordem?
4. Que fatores estão afetando o comportamento da desordem?
5. Qual a “causa da origem”?
Sinais e sintomas preexistentes:
* Idade.
* Sexo.
* Ocupação.
* Saúde em geral.
* Historia familiar.
A aplicação clínica do prognostico feito:
* Coluna cervical: Muitas dores de cabeça de origem cervical são oriundos
da coluna cervical superior e o segmento intervertebral mais comumente envolvido
é C2/3. No entanto, este nível necessita ser claramente diferenciado de C1/2,
durante o exame físico. Quando C2/3 é o ponto de origem, C3/4 torna-se
envolvido, mas somente como um componente secundário. A descrição de vários
tipos de dor de cabeça nos ajuda a colocar a dor de cabeça de origem cervical
numa perspectiva. Muitos indivíduos que sofrem de dor de cabeça terão um
componente de origem cervical dos sintomas, mas eles não poderão ser
diagnosticados como tendo “dor de cabeça de origem cervical” e devemos aceitar
este fato.
* Coluna torácica: Quando sintomas escapulares são de origem cervical, eles
estarão espalhados pela escápula , assim como na origem dos sinais escapulares,
se não houver nenhum componente cervical óbvio, então e mais provável que a
origem seja torácica . No exame torácico, o fisioterapeuta estará, geralmente,
apto a reproduzir os sintomas. Poderá ser necessário que as técnicas de palpação
sejam usadas, combinadas em diversas direções, para que se consiga sua
reprodução.
* Coluna lombar: Sabe-se que os episódios de dor lombar entre a
população, particularmente em trabalhadores brasileiros, são muito comuns. Fazer
um prognóstico é mais fácil quando se determina se um disco está envolvido. É
essencial a historia detalhada da desordem lombar do paciente para formular um
possível prognóstico. Se a participação do disco intervertebral estiver
descartada, o prognóstico torna-se mais simples, por meio de uma avaliação
continuada apurada durante todo a tratamento, podemos adquirir a oportunidade de
esclarecer o prognóstico.
Exames:
Após a avaliação subjetiva, há necessidade de ser feito um planejamento
relacionado com os procedimentos do exame físico antes de sua realização. Exame
subjetivo: Está relacionado com as queixas do paciente e sua historia pregressa.
Se a técnica de exame é boa, pode-se ganhar muito com as respostas às perguntas
feitas. O paciente ganha confiança no fisioterapeuta que, por sua vez, está apto
a compreender a condição do paciente. O exame subjetivo poderá ser dividido em
cinco partes:
* Tipos de desordem.
* Local dos sintomas.
* Comportamento dos sintomas.
* Questões especiais.
* História.
Exame físico: O exame físico do fisioterapeuta é, em primeiro lugar,
interpretar o conceito que o paciente tem de sua incapacidade, em termos de
músculos, articulações e nervos que causam sintomas, em segundo lugar,
determinar os fatores físicos que podem ter predisposto o paciente à instalação
da desordem. É possível, por meio de teste, usando contrações isométricas
resistidas e movimentos passivos, diferenciar uma dor muscular de uma dor
articular. É também necessário realizar avaliação dos movimentos ativos para
verificar as limitações funcionais causadas pela condição e para mostrar a
disposição do paciente para mover-se.
Princípios das técnicas:
Há duas formas de manipular um paciente consciente. A primeira, mais conhecida
como mobilização: É a execução mais gentil de um movimento por meio de oscilação
rítmicas passivas, realizadas dentro ou no limite do arco de movimento. A
segunda consiste em forçar um movimento no limite de seu arco por meio de um
impulso rápido. A diferença entre estas duas técnicas parece ser desprezível,
caso se compare com uma mobilização forte aplicada com um manipulação suave, mas
há uma importante diferença: o paciente poderá sempre resistir à mobilização, se
ela começar a se tornar muito dolorosa, enquanto a rapidez de um manipulação
forçada impedirá qualquer controle por parte do paciente. Ganhar a sensação do
movimento é essencial para que uma técnica seja adequadamente realizada, quando
determinada técnicas forem praticadas, deverá ser dada atenção a vários
detalhes; posicionamento, ritmo do ,movimento,velocidade,graduação do
movimento,com tato das mãos,modificação das estruturas do paciente, etc...
Manipulação: O ritmo é importante no que diz respeito às técnicas de
manipulação. Obviamente, estas técnicas são realizadas com velocidade, mas mesmo
que a posição final do movimento seja constante, para determinadas condições a
posição inicial poderá variar. Uma vez que a posição para a manipulação tenha
sido adotada, a técnica de manipulação deverá ser realizada a partir da posição
onde o estiramento foi um pouco mais significativamente liberado, qualquer que
tenha sido a escolha, a manipulação deverá ter a mesma posição final.
Seleção de técnicas:
Os pacientes encaminhados para a fisioterapia de manipulação são classificados
em dois grupos distintos; 1º o daqueles que sofrem injurias de algum tipo,
relacionada com uma queda uma pancada direta ou uma situação pós-cirúrgica. O 2°
grupo inclui pacientes cujo sintomas surgiram espontaneamente ou após um
incidente corriqueiro, como levantar uma mala ou virar-se rapidamente. Os
pacientes do segundo grupo apresentam sinais ,sintomas e histórias que são
prontamente reconhecíveis. A fisioterapia por manipulação e somente um tema para
aprendizagem e aplicação de técnicas. E um tema para se saber quando é como se
usa uma técnica e como adaptá-la a uma situação especifica.
Conhecimento atual das desordens patológicas, a três aspectos a serem
considerados:
1- Os movimentos e as respostas às relacionadas com o arco de dor.
2- As estruturas sensíveis à dor e seus padrões dolorosos.
3- As desordens patológicas e mecânicas.
Técnica: protocolo.
1- Dias alternados.
2- 10 a 14 sessões.
3- Parar por 1 semana.
Aplicação das técnicas:
As técnicas fisioterápicas de manipulação só tem valor como forma de tratamento,
se forem acompanhadas de uma avaliação continua bem apurada. A escolha correta
da direção do gral, da velocidade, do ritmo e da duração das técnicas devera ser
feita de maneira correta. A avaliação deverá ser feita antes, durante e depois de
cada técnica. Se e esperado uma rápida melhora, durante o exame e o tratamento
iniciais, a mudança de uma técnica para outra devera ser feita mais rapidamente.
Se é esperada uma melhora mais lenta, será errado mudar de uma técnica para
outra até que se esteja claro que a técnica inicialmente selecionada não esta
mais sendo eficaz. Patologias: durante o tratamento, a dor radicular severa se
manter por vários dias, antes que o paciente note qualquer redução em seu
sintoma. A intensidade das técnicas de mobilização será determinada pela dor,
pelo espasmo muscular e pela resistência e pela relação entre eles, deverá ser
tomado cuidado quando uma técnica de mobilização produzir uma dor que e referida
num segmento distal, devendo a avaliação ser escrupulosamente repetida. Os
movimentos de pequena amplitude deveram ser usados no tratamento da dor ao final
do arco de movimento. Algumas vezes, a dor causada pelo tratamento poderá ser
diminuída por movimentos de grande amplitude, todo espasmo verificado durante o
movimento devera ser respeito, tratado gentilmente e nunca ser forçado, a
duração da primeira sessão de tratamento devera ser menor que a das sessões
seguintes, uma vez que o primeiro estiramento muscular parecera causar mais
reações que os estiramento subseqüentes. Com isto em mente, devera ser feito uma
observação adequada do aumento temporário dos sintomas após a primeira sessão da
tratamento. O tempo de duração das sessões seguintes dependera das respostas ao
tratamento anterior, se o tratamento estiver perpetuando a dor articular ou se
não houver nenhuma melhora, após um determinado numero de sessões, então o
tratamento devera ser interrompido temporariamente, a fim de decidir se este
tratamento esta trazendo qualquer efeito, em longo prazo ou não. A manipulação
de uma articulação muito dolorida raramente e escolhida, ao inicio do tratamento
e é, com toda certeza, nunca para um espasmo muscular, é uma regra essencial
nunca fazer uma manobra forçada, quando houver um espasmo protetor, na maior
parte das circunstâncias clinicas, os sintomas poderão ser aliviados pela
mobilização, sem que haja a necessidade de lançar mão da manipulação.
COLUNA CERVICAL
A coluna cervical poderá ser subdividida em cabeça sobre o pescoço (cervical
alta), pescoço sobre o pescoço (cervical média) e pescoço sobre o tronco
(cervical baixa).
Freqüentemente, as desordens da coluna cervical superior resultando em dores de
cabeça. A coluna cervical alta não inclui os discos intervertebrais, enquanto a
coluna cervical superior inclui a articulação intervertebral C2-C3, onde há um
disco intervertebral significativo que precisa ser levado em conta. A razão para
subdividir a coluna em cervical alta e cervical superior é que, desta forma
poderá ser dada ênfase a uma parte especial do exame por palpação. A coluna
cervical baixa envolve estruturas articulares sinoviais e discos intervertebrais
desordem discogênicas cervicais (que também podem envolver as raízes nervosas,
acontecem, mais freqüentemente, na coluna cervical baixa. As desordens da coluna
cervical média são, mais comuns, desordens de articulações sinoviais e a dor a
estes níveis pode ser referida como ascendem +C e descendente.
As estruturas do canal medular, das fixações durais e das raízes nervosas
cervical são também fontes potenciais de sintomas e de restrições funcionais na
região.
Deverá ser estabelecida uma ligação consistente entre a dor e as atividades que
envolvem o pescoço, área de sintomas, coluna cervical alta.
Quando um paciente queixar de dor subccipatal, o local deverá ser determinado
com precisão, porque isto auxilia a determinar se a causa está se originando na
área ocripito-atlantal, na área atlanto-axial ou na área entre C2 e C3. A
maneira mais precisa, de determinar este local é, pedir ao paciente para apontar
a área da dor, se colocar o dado dele e o seu mesmo lugar, aplicar pressão e
perguntar “É aqui?”, se ele disser “sim”, o próximo passo deverá se variar o
ângulo da pressão e, também, variar os pontos de contato com o dedo, até que o
ponto exato de dor seja encontrado. Parece um procedimento intediante, mas ele
economiza bastante tempo, em outros aspectos do exame; ele orienta o caminho que
o exame físico deverá tomar.
Coluna Cervical Baixa
Uma segunda área de dor de origem cervical merecedora de discussão é a dor
sentida, ao longo da área supra-escapular. Este é um local comum de dor que pode
se originar da coluna cervical baixa ou da coluna torácica superior.
A informação mais esclarecedora e obtida, determinando-se os sintomas.
1°. Começaram na coluna cervical baixa e então, espalharam-se para baixo e
lateralmente, para o ombro.
2°.Irradia-se de um ombro para outro pelo nível de (aproximadamente) +2, sem
estender-se ao pescoço. Isto serve como um guia para que se saiba se os sintomas
se originam em C5-7 ou em T1-2.
Comportamento dos Sintomas
Como os sintomas raramente são constantes e invariáveis, por 24 horas, todos os
dias da semana seu comportamento deverá ser estabelecido. os sintomas músculo
esqueléticos cervicais que têm um início espontâneo seguem um padrão quase
regular e pioram, com a atividade e com os movimentos cervicais. Os pacientes
freqüentemente acordam com enriquecimento temporário do pescoço, mesmo que sua
dor tenha diminuído. Os pacientes que tenham se envolvido em um acidente não
mostrarão padrões regulares, no comportamento dos seus sintomas. Quando os
sintomas são agravados pelos movimentos, estes devem ser estabelecidos.
Planejando o Exame Físico
Se for estabelecido um quadro subjetivo bem esclarecedor, o exame físico será
mais fácil de ser realizado. Por meio de uma observação rigorosa, e possui
realizar qualquer tipo de exame dize, o vigor do exame, e os tipos de testes de
movimento que serão usados.
Exame Físico
O exame físico deverá começar pela observação. A dor atual do paciente deverá
também se determinada. Indícios sutis, como falhas no alinhamento postural,
deformidades protetoras (e os efeitos da correção e nova correção dele) e
distrofias musculares auxiliarão e determinar a causa, os fatores que contribuem
e os estágios da desordem do paciente.
Demonstração Funcional
A análise das limitações funcionais do paciente estabelecerá o grau de sempre
que possível. desenvolvimento da coluna cervical
Avaliação Breve
Uma breve avaliação dos movimentos do pescoço e a palpação da coluna cervical
para verificar a sensibilidade poderão ser importantes neste estágio para
confirmar a necessidade de uma avaliação posterior.
Aplicação de Teste
Um teste auxiliar que poderá mostrar sinais articulares, quando os testes de
movimento ativo, seguidos por pressão adicional são indolores, e o movimento
combinado de extensão lateral com flexão e rotação, em direção ao lado da dor.
Movimento sob Compressão Posição Inicial
O fisioterapeuta deverá permanecer sentado atrás do paciente, colocando suas
mãos entrelaçadas, sobre o alto da cabeça o paciente e sobre a área parietal do
seu crânio. O tórax do paciente deverá estar estabilizado pelo abdômen, pelo
peito e pela força medial dos cotovelos do fisioterapeuta, que deverá pressionar
seu queixo contra o dorso das mãos de forma a auxiliar a aplicação da pressão
compressiva.
Tração cervical
A coluna torácica superior/média, as costelas e suas fixações podem influenciar
as regiões escapulares torácica e do ombro. Isto poderá ser verificado por
sintomas referidos diretamente ou por influencia na estabilização postural
dinâmica e na relativa mobilidade do ombro e sua articulação. A coluna torácica
baixa e a região de transição torácica lombar podem influenciar desordens da
região lombo-pélvica, de uma maneira semelhante. A mobilização ou manipulação ou
manipulação da coluna torácica das costelas poderá ser necessária após uma
cirurgia torácica ou cardíaca aberta. De fato, um trauma na caixa torácica,
durante a cirurgia, pode resultar em dor e tensão muscular e esqueléticas
pós-operatórios
Avaliação Subjetiva
- Tipos de desordem
- Estabelecer porque o paciente procura tratamento
- Dor, tensão, fraqueza, instabilidade etc...
- Instalação aguda
- Trauma após cirúrgico, tração, suporte de peso.
- Comportamento dos sintomas geral
Quando eles estão presentes, quando eles flutuam e porque (associados,
dissociados das atividades da vida diária, a cama, travesseiro inflamação).
Efeitos do repouso sobre o local e sintomas referidos (associados, dissociados,
atividades diárias, travesseiro, cama, tamanho, contendo inflamação comparar
esses sintomas pela manha com o final do dia).
Dor ou enrijecimento, ao levantar duração efeito das atividades (único do dia
comparado ao final).
A observação da coluna torácica e freqüentemente inconsistente . as adaptações
posturais, como ombro, arredondados, escapulas “aladas”, micromatia tórax
aplainado, cifose e escoliose da coluna torácica poderão ser evidente. No
entanto, estas observações necessitam estar relacionadas aos sinais e sintomas
do paciente para terem significado.
Antes de começar o exame dos movimentos funcionais ativo da coluna torácica,
deverá ser sempre perguntado ao paciente se há algum sintoma presente e, se
presente, como e onde está . é importante que a avaliação da dor (sintomas)
responsiva ao movimento comece aqui.
Quando a demonstração funcional oferece uma informação adequada sobre a origem
dos sintomas do paciente, o fisioterapeuta avalia , rapidamente as áreas
envolvidas, se a coluna torácica parece estar mais envolvida, um exame detalhado
desta área poderá ser iniciado. A coluna cervical deve também ser testada
rapidamente, de forma a ser excluído ou esclarecido seu envolvimento.
Rotação Torácica
A rotação torácica poderá ser avaliada de várias maneiras diferentes, mas a
primeira posição escolhida deverá ser a indicada pelo paciente em resposta à
questão “há algum movimento da cabeça que você sente que provoca seus sintomas?
“Pode ser que responda, demonstrando seu roteiro do golfe. Nestas circunstancias
é necessário determinar em que ponto, no movimento a dor é provocada, de forma
que o movimento passivo possa ser avaliado, mais especificamente.
Testes de movimentos compressivo
Todo os movimentos fisiológicos poderão ser realizados, com ou sem compressão. O
paciente se senta com braços dobrados e o fisioterapeuta fica de pé, atrás dele
estabilizando seu tórax com o corpo aplicando compreensão, colocando seus ante
braços em torno dos ombros do paciente e abraçando com as mãos. O fisioterapeuta
então usa ambas as mãos juntamente com a parte superior do esterno
(aproximadamente ao nível de T3 do paciente) para aumentar o peso de seu corpo
gradualmente, empurrando, assim, a coluna torácica do paciente em direção ao
solo.
Movimentos oscilatórios localizados de flexão, extensão, flexão, lateral e
rotação podem ser, então, realizados, enquanto a compressão e mantida.
A adição de compressão na coluna torácica não faz, comumente, grande diferença
para a resposta dolorosa encontrada , quando o mesmo movimento (ou movimentos)
foi realizado, sem compressão .
Teste da batida
Se os movimentos ativos são completos e liberados os sintomas, o paciente
senta-se sobre a maca, com a coluna fletida: são dadas batidas , em cada
processo espinhoso da coluna torácica e nos ângulos das costelas, com um martelo
de reflexão. Um processo espinhoso ou amplo de costelas pode mostrar uma
sensibilidade diferente, além ou acima de qualquer um dos outros. Em alguns
casos, este efeito ressonante poderá ser uma maneira de detectar
dismineralização óssea fratura por estresse ou tumor ósseo.
Teste diferenciais por palpação
Quando a pressão transversa sobre, digamos T7, á direita, provoca dor no
paciente, poderá ser necessário determinar se os sintomas estão se originando na
articulação intervertebral T7/8 ou na articulação intervertebral T7/6.
COLUNA LOMBAR
Sintomas que se originam de desordens
Coluna lombar são difíceis e complicado de diagnosticar mais especificamente do
que os de outros níveis da coluna vertebral. Os padrões de apresentação da do
lombar e de sintomas associados dão ao fisioterapeuta poucos indícios de sua
origem precisa
A coluna lombar é a parte da coluna que recebe mais atenção por parte da
fisioterapeuta e doas cirurgiões ortopédicos sendo a área da coluna que causa
interrupção de atividades laborais.
Na maioria dos casos, a queixa principal do paciente e a dor, tanto na coluna
quanto nas nádegas, na parte inferior do abdome, na inferior virilha ou nas
pernas. Qualquer limitação funcional dará pistas para achados mais precisos no
exame físico, como, por exemplo: não posso colocar minhas meias pela manhã. O
fisioterapeuta que faz manipulação deve prestar atenção aos pacientes que
apresentam com problemas “articulares” ou injurias desportivas nos membros
inferiores.
Exame físico
Como o paciente se levanta de uma cadeira sua prontidão para locomover-se como
caminha, postura.
O exame de flexão da coluna lombar pode incluir flexão p/ a frente [FF] com
sobrecarga e retorno p/ a posição ereta
Testes esclarecedores da extensão lombar, a partir da flexão total, com
velocidade.
Testes esclarecedores da sobrecarga mantida em flexão, rotação com flexão e a
,seguir , rapidamente para a extensão total.
Flexão p/ frente com flexão cervical.
Flexão para frente, com rotação para esquerda e para a direita.
Meia flexão com rotação para a esquerda e para a direita
Flexão,de baixo para cima.
Flexão com impedimento de qualquer deformidade protetora.
A flexão para a frente é um movimento muito importante na coluna lombar e deve
ser examinada em profundidade e com intimidade.
Método
Segurando a pelve e a parte superior da coxa do paciente com o antebraço
direito, o fisioterapeuta flexiona-lhe lateralmente a coluna lombar, de baixo
para cima, balançando a pelve. O fisioterapeuta coloca a pelve do paciente, numa
posição cefálica para a esquerda, puxando com o antebraço direito e retorna
empurrando a coxa do paciente, com seu lado direito. O movimento oscilatório
gira a pelve com a parte de baixo do quadril e o fêmur atuando como pivô. O
movimento e fácil de ser produzido e de ser apalpado.
Para testar a flexão lateral no lado oposto, deve - se pedir ao paciente para
gira para o outro lado.
Ocasionalmente, um paciente vai desenvolver desconforto cervical, após o
tratamento por rotação lombar. Dessa maneira, é preferível não alterar a posição
da cabeça, a não ser que seja necessário melhorara a posição inicial.
A irritação cervical geralmente cede sem qualquer dificuldade, mas é melhor
evitá-la se, possível.
A possibilidade de irritação da coluna torácica inferior ou a criação de uma
condição torácica pode se tornar um problema real , com a mobilização forte,
necessitando obcecação. É necessário cuidado especial com aqueles pacientes que
tenham[ou que tenham tido] sintomas torácicos inferiores, quando seu problema
lombar estive sento tratado, os sintomas de dor referida podem ser reproduzidos
na perna indolor.
Tratamento
Como seu problema parecia ser discogênico [levantar-se após um de terminado
período sentado aumenta a dor], com uma severa irritação da raiz nervosa,
podemos dizer que.
A técnica escolhida deveria ser a de rotação uma vez que os sinais e os sintomas
eram claramente unilaterais.
A rotação deveria ser realizada, na posição e na direção de “alivio do sintoma”
para evitar provocação de dor.
Pensando em futuras técnicas de tratamento, parecia possível que os sinais do
canal não melhorariam em paralelo com os sinais articulares e, desta forma o
estiramento do tipo PEE poderia ser realizado, mais tarde.
REGIÕES SACROCOCCÍGEA E INTERCOCCÍGEA
Esta área é comumente e local de dor e nem sempre é fácil determinar se esta dor
é um fenômeno originado na área lombo ou se é uma dor local, decorrente de uma
desordem articular. A palpação, em ambos os casos, será dolorosa. Se a dor está
presente no movimento pélvico na postura sentada, um teste de diferenciação deve
ser usado para determinar a sua origem. A resposta dolorosa, enquanto se move a
pelve, ao sentar numa cadeira firme é comparada com resposta dolorosa com os
mesmos movimentos pélvicos e na mesma cadeira, mas com duas almofadas, cada uma
sob cada tuberosidade isquiática. Nessa posição, não há pressão sobre o cóccix.
No caso de coccigodinia crônica, quando a mobilização tiver pouco e importante
avaliar a dor pelo teste de slump ou FEE, porque as restrições a mobilização
neural nessa área são prontamente tratáveis, usando-se técnicas de mobilização
neural
Palpação
A palpação é a parte mais importante do exame primeiramente, o alinhamento dos
segmentos é essencial a resposta dolorosa ao movimento palpatório e o segundo
fator mais importante. O primeiro teste palpatório de movimentação passiva
envolve pressão centra póstero-anterior.
Pressão e técnicas de tratamento
Pressão coccigea central póstero anterior posição inicial.
O paciente permanece em prono e o fisioterapeuta coloca, tanto quanto possível a
falange dIstal de seu polegar solve a parte mediana do cóccix.
Método
Deve ser usado, primeiramente, um movimento suave e a profundidade deve ser
aumentada, somente se a resposta dolorosa permitir. Um ponto importante da
técnica é que se deve fazer a maior uso possível de variação do ponto de
contato, mesmo que a mudança seja de 1 mm por vez variação do angulo da pressão-
cefálica, caudal, a esquerda, à direita e suas combinações.
A diferenciação entre o aumento da dor dado pela técnica usada pelo
fisioterapeuta e da dor decorrente do problema dever ser observada porque o
paciente pode realmente, sentir a diferença. Se o paciente acha que são os
polegares do fisioterapeuta e não a desordem que esta causando a dor, o
fisioterapeuta deve mudar[ e continuar mudando] o contato de seu polegar até que
a sensação dolorosa tenha sido erradicado.
Técnicas de tratamento
Tais técnicas de exame, que produzem a resposta dolorosa esperada, são usadas
como técnicas de tratamento. Entretanto, é preferível usar técnicas de grau 2 ou
3, até que se saiba se não haverá qualquer reação desfavorável a técnicas mais
firmes.
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