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Trabalho realizado por:
- Paulo Victor Mendes *
- Marla Rosa Araújo **


Contato: pvfisio@hotmail.com

* Discente de Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás. Estagiário de Fisioterapia do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo – CRER.

** Graduada em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás - ESEFFEGO. Pós-graduada em Fisioterapia Respiratória - UNB, PNF – Kabat e Método Bobath (hemiplegia adulto). Supervisora de estágio e membro da clínica de lesão medular e internação do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo - CRER.


ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DOS PACIENTES COM LESÃO RAQUIMEDULAR INTERNADOS NO CENTRO DE REABILITAÇÃO E READAPTAÇÃO DR. HENRIQUE SANTILLO

EPIDEMIOLOGICAL ANALYSIS OF PATIENTS WITH SPINAL CORD INJURY BOARDER AT THE CENTRO DE REABILITAÇÃO E READAPTAÇÃO DR. HENRIQUE SANTILLO

 

RESUMO

A lesão medular vem se tornando nos últimos anos um grande problema de saúde pública, haja visto que além de ser uma grave síndrome neurológica incapacitante, incide majoritariamente sobre uma população jovem e, portanto, no auge de sua produtividade socioeconômica. O presente estudo procurou avaliar o perfil epidemiológico dos pacientes assistidos no Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santilo – CRER, entre julho e dezembro de 2005. Foram revisados 50 prontuários de pacientes atendidos em regime de internação e foi observado um predomínio de pacientes jovens – 21 a 40 anos (56%) e do sexo masculino (82%). Acidentes de trânsito (36%) despontou como a principal causa de lesão medular no universo analisado. O tempo entre a admissão e a alta da reabilitação foi de até 45 dias para mais de 77% dos pacientes.

PALAVRAS-CHAVES: Traumatismos da medula espinhal, epidemiologia, reabilitação


Abstract

The injury to medular comes if becoming in the last years a great problem of public health, it has since besides being a serious incapacitante neurological syndrome, it happens mainly on a population young e, therefore, in the height of its socio-economic productivity. The present study it looked for to evaluate the profile epidemiologist of the patients attended in the Center of Whitewashing and Dr. Readjustment Enrique Santilo - TO BELIEVE, between July and December of 2005. 50 handbooks of patients taken care of in regimen of internment had been revised and were observed a predominance of young patients - the 21 40 years (56%) and of the masculine sex (82%). Traffic accidents (36%) blunted as the main cause of injury to medular in the analyzed universe. The time between the admission and the high one of the whitewashing was of up to 45 days for more than 77% of the patients.

KEYWORDS: Traumas of the spinal marrow, epidemiology, rehabilitation



INTRODUÇÃO

O estudo casuístico da lesão medular em nossa população é importante na medida em que se conhece os aspectos mais susceptíveis ao insulto medular espinhal, e com os resultados do trabalho viabilizar a elaboração de ações preventivas e campanhas educativas que poderiam ser muito eficientes na redução da sua incidência, e principalmente na prevenção das seqüelas da lesão medular que muitas vezes são irreparáveis.

A lesão da medula espinhal é uma grave síndrome neurológica que se caracteriza por comprometimentos da motricidade, sensibilidade superficial e profunda e distúrbios neurovegetativos dos segmentos do corpo localizados abaixo do nível da lesão. Incide sobretudo em pacientes jovens de 18 a 40 anos, do sexo masculino, e a principal etiologia é traumática, causada por acidentes de trânsito, ferimentos por arma de fogo e mergulhos 1.

Tem-se notado um significativo aumento de incidência das lesões medulares nos últimos 40 anos. Segundo Staas-Delisa, citado por Greve & Amatezzi, nos EUA, em 1957, a prevalência era de 10 novos casos/ano/milhão de habitantes, atualmente a prevalência é de 55 novos casos/ano/milhão de habitantes. No Brasil, embora não se tenha dados nacionais sobre a incidência da lesão medular, sabe-se que o número de casos vem aumentando de maneira significativa, especialmente nas grandes cidades 1.

Podemos classificar as entidades mórbidas que atingem a medula espinhal em: congênitas (mielodisplasias), traumáticas, degenerativas, tumorais, infecciosas, doenças neurológicas / sistêmicas e doenças vasculares.

Por definição, as lesões medulares são geralmente divididas em duas amplas categorias funcionais: tetraplegia e paraplegia. Tetraplegia refere-se à paralisia parcial ou completa dos quatro membros e tronco, incluindo os músculos respiratórios, e resulta de lesões da medula cervical. Paraplegia refere-se à paralisia parcial ou completa de parte ou ambos os membros inferiores e tronco, resultante de lesões da medula espinhal torácica, lombar ou das raízes sacrais 2.

As lesões medulares são classificadas segundo dois critérios: nível neurológico da lesão e lesão completa ou incompleta. O nível neurológico da lesão é determinado pelo mais caudal segmento sensitivo e motor preservado bilateralmente. Porém, o funcionamento motor pode estar comprometidos em nível diferente do sensorial e as perdas podem ser assimétricas. Nesses casos, até quatros segmentos neurológicos podem ser descritos em um mesmo paciente: sensorial direito, sensorial esquerdo, motor direito e motor esquerdo 3.

Uma lesão completa, no plano transverso, é definida como ausência de função motora e sensitiva nos miótomos e dermátomos inervados pelos segmentos sacrais da medula. Uma lesão incompleta há preservação da função motora e/ou sensitiva abaixo do nível neurológico, incluindo os segmentos sacrais 4.

A American Spiral Injury Association (ASIA) descreveu uma escala de deficiência para definição da extensão das lesões medulares:

ASIA A - Completa: nenhuma função sensorial ou motora nos segmentos sacrais S4-S5.
ASIA B - Incompleta: nenhuma função motora, porém alguma função sensorial é preservada abaixo do nível neurológico incluindo os segmentos sacrais S4-S5.
ASIA C - Incompleta: função motora preservada abaixo do nível neurológico e mais da metade dos músculos chave abaixo do nível neurológico têm grau de força muscular abaixo de 3.
ASIA D - Incompleta: função motora preservada abaixo do nível neurológico e pelo menos metade dos músculos chave abaixo do nível neurológico têm grau de força muscular maior ou igual a 3.
ASIA E - Normal: funções motora e sensitiva normais 5.

Quanto a etiologia, as lesões medulares podem ser classificadas em: traumáticas e não-traumáticas. As lesões traumáticas (80%), provocadas principalmente por fraturas-luxações (acidentes de trânsito, mergulho em água rasa, esportes, quedas e acidentes de trabalho), estes tipicamente não seccionam a medula, mas a lesão é decorrente de esmagamento, hemorragia, edema e infarto. Ainda nas traumáticas, temos um grupo importante de ferimentos que seccionam diretamente os neurônios medulares (projéteis de arma de fogo e armas brancas) 4. As quatro causas mais comuns de lesões medulares traumáticas são acidentes de trânsito (44%), quedas (18%), atos de violência - ferimentos por arma de fogo e arma branca (16%) e lesões esportivas (12%) 5.

Entre as causas não-traumáticas (20%) destacam-se as tumorais (extradurais: tumor ósseo primário ou metástases; intradurais: meningioma, neurofibroma, gliomas, ependimomas e angiomas), infecciosas (inespecíficas: abscessos e mielites; específicas: TBC, LUES, etc.), vasculares (trombose e embolia), degenerativas (espondilose), malformações (micromeningocele) e outras afecções como hérnias discais, estenose de canal e siringomielia 4.

As manifestações clínicas decorrente da lesão medular dependem dos efeitos fisiopatológicos provocados pelo insulto. Tais efeitos devem ser considerados sob alguns aspectos: nível da lesão, grau de lesão medular no plano transverso e longitudinal, tempo de instalação da lesão 4. Dentre as manifestações clínicas mais comuns podemos citar: comprometimentos motores e sensoriais, alterações da termorregulação e vasomotora, comprometimento respiratório, hiperatividade reflexa medular (espasticidade e movimentos automáticos), disfunção vesical e intestinal e disfunção sexual. Complicações e comprometimentos indiretos podem aparecer: disreflexia autonômica, hipotensão postural, ossificação heterotópica, contraturas, trombose venosa profunda, síndromes dolorosas (dor traumática, dor na raiz nervosa, disestesias da medula espinhal e dor musculoesquelética), osteoporose, cálculos renais e principalmente infecções urinárias e úlceras de pressão 2.

Define-se reabilitação como um processo que busca o desenvolvimento das capacidades remanescentes, permitindo que o indivíduo alcance o objetivo principal, que é a reintegração familiar e comunitária dentro das maiores possibilidades físicas e funcionais. A reabilitação destes pacientes se inicia na fase aguda, logo após a ocorrência do trauma, principalmente através dos cuidados preventivos contra a formação de úlceras de pressão e deformidadesdos segmentos paralisados, esvaziamento vesical e intestinal realizado de maneira adequada e cuidados com os distúrbios vasomotores 1.

A fisioterapia assume papel importante tanto na assistência aguda do paciente quanto no atendimento de reabilitação, ambulatorial e orientação domiciliar, visando promover a maior independência e qualidade de vida possível ao indivíduo portador da lesão medular. Isso pode incluir a prevenção de deformidades e complicações, maximização da função muscular remanescente e da função respiratória, treino de transferências e trocas de posturas, manuseio da cadeira de rodas, treino de equilíbrio, aquisição de ortostatismo e possível retorno da marcha com uso ou não de dispositivos ortóticos.

O objetivo do estudo foi traçar o perfil epidemiológico dos pacientes com diagnóstico de lesão raquimedular, no período de julho a dezembro de 2005, atendidos no serviço de internação do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo – CRER. Apesar de um número pequeno de pacientes o estudo visou conhecer as características dessa população, proporcionar um tratamento mais adequado e eficiente a fim estabelecer programas de prevenção da lesão medular.


MATERIAL E MÉTODO

Foram revisados 50 prontuários de pacientes com diagnóstico de lesão medular assistidos no serviço de internação do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo – CRER no período de julho a dezembro de 2005. Através da avaliação médica, serviço de enfermagem, fisioterapêutica e da terapia ocupacional foram colhidos os seguintes dados: sexo, idade, localidade procedente do paciente, etiologia da lesão, tempo de lesão, nível neurológico, diagnóstico da lesão de acordo com a classificação ASIA, úlcera de pressão pré-instalada a internação, tempo de internação no CRER e complicações clínicas mais freqüentes durante a internação. Estes dados foram submetidos a estudo estatístico, analisados através das freqüências absolutas e relativas.


RESULTADOS

No período de julho a dezembro de 2005, aproximadamente 50 pacientes foram internados em nossa instituição com diagnóstico de lesão medular e, 41 (82%) eram do sexo masculino e 9 (18%) do sexo feminino. A população com faixa etária de 21-40 anos (56%) foi a mais acometida pela síndrome, enquanto que as outras faixas tiveram percentagens variadas: 41-60 anos – 20%; 0-20 anos – 18% e acima de 60 anos – 6% .

Pouco mais da metade dos pacientes, 26 (52%) são advindos de Goiânia e região metropolitana; 15 pacientes (30%) são do interior de Goiás e 9 pacientes (18%) são de outros estados brasileiros.

Quanto à etiologia da lesão medular, foi encontrado que do total de lesões, 18 lesões (36%) foram causadas por acidente de trânsito, 16 pacientes (32%) foram vítimas de projéteis de arma de fogo, 6 pacientes (12%) tiveram a lesão em conseqüência de quedas mesma percentagem para causas de origem não traumáticas e 4 casos foram registrados por mergulho em água rasa (8%). Do total de lesões, 44 (88%) foram em decorrência de traumas e 6 (12%) foram de origem não traumática (figura 1).
 


Figura 1
Etiologia das Lesões Raquimedulares

Ac. Trans.: Acidente de trânsito; PAF.: Projétil de arma de fogo; NT: Não traumática;
MAR: Mergulho em água rasa

 


Um dos parâmetros que a equipe de reabilitação utiliza para determinar o provável grau de independência do paciente após a alta é o nível neurológico da lesão medular. Ao término do trabalho constatou-se que maioria (58%) dos pacientes foram agredidos ao nível torácico, 16 pacientes (32%) tiveram lesões cervicais e apenas 5 casos (10%) foram lesões lombares (figura 2).



Figura 2
Nível Neurológico



Das 50 lesões medulares, 30 (60%) foram completas – ASIA A e 20 foram incompletas, sendo dez (20%) ASIA C, oito (16%) ASIA B e duas (4%) ASIA D.

O tempo de lesão até a internação no Centro de Reabilitação também foi objetivo de nosso estudo e mostrou-nos que: 24 pacientes (48%) foram admitidos para o tratamento de reabilitação com até 2 meses de lesão e 26 pacientes (52%) chegaram a instituição com mais de 2 meses de lesão.

Quanto ao tempo de internação para o tratamento de reabilitação, foi encontrado que: 77,5% dos pacientes permaneceram até quarenta e cinco dias internados e 22,5% ficaram mais de 45 dias internados.

A úlcera de pressão é descrita como uma das intercorrências clínicas mais comuns na lesão medular, tornando-se um retardo no processo de reabilitação. Ciente disto, buscamos contabilizar os pacientes que eventualmente chegam em nosso serviço portando este tipo de lesão. Concluímos que 35 pacientes (70%) não apresentaram úlcera de pressão ao serem admitidos na unidade.

As complicações clínicas mais freqüentes ocorridas durante a internação, serão apresentadas na tabela 1. Classificaram-se algumas intercorrências como uma categoria única (outros) e dentro desta categoria encontrou-se: hipertensão arterial sistêmica, complicações pulmonares e distúrbios psíquicos.

 

Tabela 1
Complicação Total %
Síndromes dolorosas 17 23
Úlcera de pressão 16 21,5
Complicações urinárias 12 16,5
Distúrbios intestinais 9 12
Espasticidade 8 11
Hipotensão ortostática 3 4
Disreflexia autonômica 3 4
Outros 6 8


 

DISCUSSÃO

Segundo estudo realizado por Go, De Vito and Richards, citado por Gans & Delisa, os traumas raquimedulares ocorrem principalmente em adultos jovens, com mais da metade prevalecendo em pessoas de 16 a 30 anos de idade, e o sexo masculino é responsável por cerca de 80% dos casos. Em outro estudo 2,8 realizado pela NSCID (National Spinal Cord Injury Database) postulou que dos pacientes cujos dados foram colhidos, 81,9% eram homens e mais da metade da população (56%) tinha entre 16 e 30 anos. Os dados relatados na recente literatura são praticamente compatíveis aos do nosso experimento.

Em relação à etiologia, obtivemos como principal causa de lesão medular os acidentes de trânsito, seguidos dos ferimentos por arma de fogo, quedas em geral e causas não traumáticas. Estatísticas realizadas nos Estados Unidos indicam que os acidentes envolvendo veículos automotivos são a causa mais freqüente de LM traumática (36,6%), seguidos de atos de violência (27,9%) e quedas (21,4%) 2. Já em um estudo realizado em São Paulo (1999-2001) encontrou-se o porcentil de 30% das lesões provocadas por arma de fogo; 17,5% por quedas e apenas 8,8% em conseqüência de acidentes automobilísticos 6. Segundo experiência dos autores, as situações habituais do traumatismo raquimedular têm sido acidentes com veículos automotores, quedas (principalmente durante um estado de intoxicação alcoólica), ferimentos por projéteis de armas de fogo ou arma branca, acidentes de mergulho, acidentes envolvendo motocicletas, lesões industriais com esmagamento e lesão durante o parto, nesta ordem de freqüência 7.

Na avaliação do nível neurológico, em nosso estudo encontramos uma maior prevalência de lesão torácicas, seguidas de lesões cervicais. Os trabalhos descritos mostra-nos as localidades mais freqüentes de lesão medular são as regiões cervical inferior e a zona de junção toracolombar 8,9.

O tempo de internação para o tratamento reabilitacional em nossa instituição foi menor que 45 dias para maioria dos pacientes testados. Segundo estudo do NSCID a duração média em uma unidade de reabilitação é de 44 dias 2. Pudemos comprovar com este dado a eficácia do protocolo de tratamento da equipe multiprofissional do nosso Centro de Reabilitação proporcionado a esta população. Para maior probabilidade de adesão ao tratamento é oferecido aos pacientes um curso sobre a lesão medular com palestras de todos os profissionais de reabilitação ligados a lesão medular.

A complicação clínica mais comum foi a dor, principalmente a síndrome dolorosa neuropática. A úlcera de pressão que desponta como a principal intercorrência em muitos estudos apareceu em segundo lugar em nosso trabalho. Segundo um estudo sobre lesão medular, das 128 intercorrências clínicas ocorridas durante a internação, a mais freqüente encontrada foi úlcera de pressão (36%) 6.



CONCLUSÃO

De acordo com o período e a população estudada, concluímos que o perfil do lesado medular tem as seguintes características:

- Sexo masculino e jovem;
- Lesão causada por acidente de trânsito;
- O nível neurológico mais comum é o torácico;
- A complicação clínica mais observada durante a internação no tratamento reabilitacional foram as síndromes dolorosas.
- Tempo de internação para reabilitação é relativamente pequeno para maioria dos lesados medulares.



REFERÊNCIAS

1. Greve JMA, Ares MJ. Reabilitação da lesão da medula espinhal. In: Greve JMA, Amatezzi MM. Medicina de reabilitação aplicada à ortopedia e traumatologia. São Paulo: Roca; 1999. p.323-24.

2. Schmitz, TJ. Lesão Medular Traumática. In: O`Sullivan SB, Schmitz TJ. Fisioterapia Avaliação e Tratamento. 4 ed. São Paulo: Manole; 2004. p.874-87.

3. In: Ekman LL. Neurociência – Fundamentos para a Reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara; 2000. p.191-92

4. Lianza S, Casalis MEP, Greve JMA, Eichberg R. A Lesão Medular. In: Lianza S. Medicina de Reabilitação. 3 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara; 2001. p.299-00

5. Staas WE, Formal CS, Fredman MK, Fried GW, Read MES. Lesões Medulares e Tratamento Médico nas Lesões Medulares. In: Gans BM, Delisa JA. Tratado de Medicina de Reabilitação – Princípios e Prática. 3 ed. Barueri: Manole; 2002. p.1325-28

6. Gaspar AP, Ingham SJM, Vianna PCP, Santos FPE, Chamlian TR, Puertas EB. Avaliação epidemiológica dos pacientes com lesão medular atendidos no Lar Escola São Francisco. Acta Fisiátrica 2003; v.10: 73-77.

7. Adams RD, Victor M, Ropper AH. Doenças da Medula Espinhal. In: Neurologia 6 ed. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill; 1998. p. 806

8. Green BA, David C, Falcone S, Razack N, Klose K. Spinal Cord Injuries in Adults. In: Youmans JR. Neurological Surgery: a comprehensive reference guide to the diagnosis and management of neurosurgical. 4th ed. Philadelphia: W.B. Saunders Company; 1996. p.1972

9. Brain L. Traumatismos de la médula espinal. In: Enfermedades del Sistema Nervioso. 2 ed. Buenos Aires: El Ateneo; 1965. p. 460
 

 

Obs.:
- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.
- Publicado em 10/11/06

 


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