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Trabalho realizado por: ► Alcinésio Filho * ► Diana Dias * ► Maria Carolina Espínola * ► Mona Lisa Lopes * ► Rayanne Neves * |
* Acadêmicos do curso de Fisioterapia da Faculdade Integrada do Recife (FIR) |
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PRINCIPAIS DISTÚRBIOS GENITO-URINÁRIOS NO IDOSO: UMA REVISÃO |
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Na mulher
idosa deve-se dar ênfase a área genito urinário e no homem aos
problemas relacionados a próstata. Os Distúrbios Genito Urinário
ocorrem na população idosa, pois os rins sofrem hipoplasia com a
idade, podendo a sua massa chegar a uma redução superior a um terço
de seu tamanho no idoso. Esse fenômeno reflete em um menor número de
glomérulos com conseqüente insuficiência relativa da filtração
glomerular e da osmolaridade urinária. Toda medicação para o
paciente idoso deve ter em consideração parâmetros de funcionamento
renal. A avaliação da diurese, tanto no volume quanto no aspecto da
urina, é obrigatória. O ideal é obter-se a urina miccional, porém,
em algumas situações, é difícil conseguir a micção voluntária do
doente. Essa situação é muito encontrada no idoso, por apresentar
quadros de confusão mental ou por ter distúrbios miccionais
decorrentes de baixa contratilidade vesical e perda do tono
esfincteriano, provocando retenção ou Incontinência Urinárias.
Afecções da próstata ou operações sobre esse órgão, comuns em homens
idosos, agravam ainda mais os distúrbios miccionais. O paciente
acamado, com dor e logo após um trauma operatório, ou quando
submetido a um bloqueio anestésico raquidiano pode ter dificuldade
miccional, mesmo sem qualquer distúrbio. (PETROIANU, 1998; PETROIANU
1999). A
incontinência urinária é uma das grandes síndromes geriátricas,
freqüentemente negligenciada, com alto grau de morbidade direta e
indireta. Por ser uma situação que causa constrangimento, não
costuma ser mencionada às equipes de saúde, tendo que ser ativamente
buscada. O desconforto gerado determina isolamento social e perda da
auto-estima. A incontinência urinária não tratada predispõe a
infecções genito urinárias que podem levar a uro-sepse, maceração da
pele facilitando a candidíase e formação de escaras; interrompe o
sono e predispõe a quedas, sendo um dos principais fatores que levam
à institucionalização do idoso. A IU é estimada em 11 a 14% de
homens e 17 a 55% de mulheres idosas. Embora seja comum, é uma
situação perfeitamente reversível e tem significação social com
conseqüências emocionais. (VERAS et al., 2007; SILVA et al., 2007). O
envelhecimento do sistema ginecológico leva a alterações funcionais
que podem contribuir para o aparecimento de doenças, além de haver
uma maior prevalência de câncer nessa fase da vida. Câncer é o nome
dado a um grupo de doenças malignas caracterizadas pelo crescimento
anormal e descontrolado de células que sofreram alteração em seu
material genético, em algum momento de seu ciclo celular. Essas
células geneticamente modificadas podem invadir os tecidos e órgãos,
espalhando-se para outras regiões do corpo. Segundo a OMS, o câncer
é responsável por 12,5% das mortes, por ano, em todo o mundo. Na
maioria dos países em desenvolvimento, 80% são de câncer do colo
uterino. Nas regiões Norte e Nordeste do país o câncer de colo
uterino ocupa o primeiro lugar. (http://www.inca.gov.br/rbc/n_54/v04/pdf/333_344_Analise_
dos_Metodos_de_Avaliacao.pdf, 2008). A próstata é a sede de dois dos problemas clínicos mais comuns enfrentados pelos idosos: hiperplasia prostática benigna (HPB) e carcinoma de próstata (DUTHIE e KATZ, 2002). A hiperplasia prostática benigna está presente em aproximadamente 50% dos homens após os 50 anos de idade. (REIS, et al., 2003). O câncer de próstata ocupa atualmente a segunda ou terceira posição entre os tumores malignos mais comuns no sexo masculino nos países ocidentais. É encontrado principalmente em homens idosos e à medida que a expectativa de vida aumenta, passa a tornar-se mais importante. Estima-se que cerca de um em cada dez homens desenvolva evidência clínica da doença. Porém somente um terço dos pacientes diagnosticados morre da doença, pois tratando-se de pacientes idosos, em geral a mortalidade acaba sendo atribuída a outras causas. (http://www.fosp.saude.sp.gov.br/html/epid_cpr.html)
A IU é
relativamente freqüente na população que envelhece. Estudos revelam
que a prevalência da IU no idoso varia de 8 a 34%. A freqüência em
mulheres é duas vezes mais que em homens, sendo estimada em 11 a 14%
de homens idosos e 17 a 55% de mulheres idosas. Atinge mais mulheres
por diversos fatores, tais como avanço da idade, deficiência
estrogênica, multiparidade, entre outros. (SILVA et al., 2007).
Apesar da alta prevalência em indivíduos idosos, 63% dos homens e 59
% das mulheres não procuram auxílio médico (REIS et al., 2003). Em pesquisas
realizadas, observou-se que 5% a 37% de idosos que vivem em
comunidade, 38% a 55% os quais encontram-se em instituições por
tempo prolongado e 19% dos idosos que estão em hospitais de cuidado
a episódios agudos, são incontinentes urinários de alguma forma.
(RODRIGUES & RINO, 1994). As alterações
hormonais do envelhecimento, como o aumento na secreção de
vasopressina e do hormônio natriurético, resulta na eliminação
preponderante dos líquidos ingeridos, durante o dia, no período
noturno, mesmo na ausência de insuficiência venosa, insuficiência
cardíaca, doenças renais ou obstrução prostática. Essas mudanças,
associadas à ocorrência de distúrbios do sono fazem com que pessoas
com mais de 65 anos apresentem 1 a 2 episódios de noctúria, mesmo na
ausência de qualquer enfermidade, sendo uma das alterações mais
freqüentes do hábito urinário no idoso, ocorrendo em 26% a 66% na
população a partir da quinta década e chegando a 55% nos pessoas com
mais de 70 anos de idade. (REIS, et al., 2003). Alterações da
motivação, da destreza manual, da mobilidade, da lucidez e a
existência de doenças associadas (diabetes mellitus e insuficiência
cardíaca, entre outras), freqüentemente encontradas no idoso, podem
ser responsáveis pela incontinência urinária no idoso, sem que haja
comprometimento significativo do trato urinário inferior. (REIS, et
al., 2003; RODRIGUES, 2008). O impacto
causado pelo envelhecimento está relacionado à diminuição da
complacência uretral ou ausência de contratilidade do detrusor. A
força de contração da musculatura detrusora, a capacidade vesical e
a habilidade de adiar a micção aparentemente diminuem, no homem e na
mulher. Contrações involuntárias da musculatura vesical e o volume
residual pós-miccional aumentam com a idade em ambos os sexos.
Entretanto, a pressão máxima de fechamento uretral, o comprimento
uretral e as células da musculatura estriada do esfíncter alteram-se
predominantemente nas mulheres. Além das alterações decorrentes da
senilidade dos tecidos, doenças próprias do indivíduo idoso também
contribuem para o desenvolvimento de incontinência urinária. A
presença de instabilidade detrusora em muitos indivíduos idosos
continentes sugere que a relação entre urge-incontinência e
instabilidade detrusora seja mais fraca em pessoas idosas do que em
jovens. Nos idosos, a característica das contrações involuntárias,
de menor amplitude, necessitam de alterações estruturais e
funcionais do esfíncter uretral para que ocorra a
urge-incontinência. Fatores como o trofismo vaginal e a presença de
distopias também influenciam a presença da urge-incontinência.
(REIS, et al., 2003; RODRIGUES, 2008). Além disso, a idade tende a
diminuir o suporte do colo vesical, o comprimento da uretra e a
competência do assoalho pélvico que oferece suporte suplementar à
uretra. Desse modo, há coexistência de fatores exteriores ao trato
urinário, que afetam a continência e que são mais freqüentes nos
idosos. (GUCCIONE, 2002). Existem tipos
de IU, sendo a aguda ou transitória e a persistente ou estabelecida.
A incontinência aguda ou transitória está associada a uma condição
clínica ou cirúrgica aguda e freqüentemente é resolvida quando as
causas que a predispõem são eliminadas, são elas: delirium, onde há
existência do estado confusional do idoso chega às vezes a
interferir na capacidade de se dirigir ao sanitário em tempo para o
esvaziamento vesical; restrição da modalidade, onde a freqüência e
urgência miccional estão presentes; infecção; inflamação do trato
urinário ou sistêmica, que favorecem o aparecimento da
incontinência; medicamentos, psicológica, devido a sedativos,
diuréticos, relaxantes musculares, narcóticos e anticolinérgicos,
que podem vir contribuir para o desenvolvimento da incontinência e
fatores psicológicos como a hostilidade, raiva, depressão também
podem ocasionalmente estar associados a ela. A incontinência
persistente ou estabelecida pode ter aparecimento súbito
apresentando quadro agudo, ou desenvolver-se gradualmente, sem se
conhecer a causa que a precipita, freqüentemente evoluindo com
severidade. (RODRIGUES & RINO, 1994).
O Tratamento
fisioterapêutico, na maioria das vezes, concentra-se na IU mista,
por transbordamento e IU de esforço, sendo as demais tratadas com
uso de fármacos e cirurgias, dependendo da situação. Os exercícios
perineais ou a eletroestimulação devem ser indicados antes do
tratamento farmacológico (ARRUDA et al., 2007). As condutas mais
utilizadas pela Fisioterapia são: cinesioterapia, através de
exercícios de propriocepção e perineais; eletroestimulação,
envolvida no relaxamento e na contração uretral e da musculatura
indiretamente envolvida no ato da micção (abdome, nádegas e coxas)
onde se observa que impulsos eferentes dos nervos pudendos promovem
contração reflexa da musculatura estriada que envolve a uretra e,
concomitantemente, acompanha-se de reflexo inibitório da contração
do músculo detrusor; tem-se ainda o uso do Biofeedback, no qual é um
método empregado para o reconhecimento da musculatura esquelética.
Independente do tipo de terapêutica, sendo ela fisioterapêutica,
farmacológica, ou cirúrgica, o tratamento deve ser realizado pela
equipe de saúde, com a participação do paciente e das pessoas que
lhe prestam cuidados, além de que a fisioterapia pode atuar tanto no
pré como no pós-operatório, contribuindo para os resultados
cirúrgicos obtidos e, assim, mantendo o paciente continente e
melhorando a sua qualidade de vida. (GROSSE e SENGLER, 2002; GUEDES
& SEBBEN, 2006).
A evidência de
hiperplasia benigna prostática é de mais 50% dos homens com idade
acima de 70 anos. A probabilidade de achados de câncer prostático é
diretamente proporcional à idade, e quanto mais idoso um homem fica,
mais provável é que o câncer esteja oculto em alguma região da
próstata. Ao menos 80% dos homens de 90 anos de idade abriga um
adrenocarcinoma em algum ponto da próstata. (DUTHIE e KATZ, 2002) Todo homem
nasce programado para ter câncer da próstata, pois todos carregam em
seu código genético os chamados "proto-oncogens", que dão a ordem
para uma célula normal se transformar em outra maligna. Isto só não
ocorre indiscriminadamente porque a função dos proto-oncogens é
antagonizada por outro grupo de gens protetores, chamados de
"supressores", dos quais os mais conhecidos são o p53 e o p21. Estes
gens promovem o suicídio das células toda vez que elas sofrem um
processo de degeneração maligna, num fenômeno conhecido como
apoptose. O câncer da próstata surge porque as múltiplas divisões
celulares, que ocorrem em todos os seres vivos, acompanham-se de
discreta fragmentação dos cromossomos, que vão se privando de parte
do seu material genético. Com o decorrer dos anos acumulam-se perdas
dos gens supressores, que libera a atividade dos proto-oncogens e
permite a degeneração das células prostáticas. (http://www.uronline.unifesp.br/uronline/ed1098/caprostata.htm).
A grande
maioria dos casos ocorre em homens com idade superior a 50 anos e
naqueles com história de pai ou irmão com câncer de próstata. Os
riscos aumentam de 2,2 vezes quando um parente de 1º grau (pai ou
irmão) é acometido pelo problema, de 4,9 vezes quando dois parentes
de 1º grau são portadores do tumor e de 10,9 vezes quando três
parentes de 1º grau têm a doença. Nos casos hereditários, o câncer
se manifesta mais precocemente, muitas vezes antes dos 50 anos. Por
isto, os homens com história familiar devem realizar exames
preventivos a partir dos 40 anos e não dos 50 anos, como se
recomenda habitualmente. (GOMES, et al., 2008). O câncer de
próstata causa poucos sintomas nos seus estágios iniciais e,
infelizmente, é apenas nos estágios iniciais que pode ser tratado
com sucesso. A maioria dos homens apresentando sintomas relativos ao
esvaziamento vesical tem algum outro problema que não o câncer de
próstata, como a HPB ou infecção do trato urinário como fonte do
problema. (DUTHIE e KATZ, 2002) A avaliação inicial da glândula
prostática, deve ser suficiente para rastrear a presença de câncer
prostático. Quando a avaliação inicial sugere que o paciente pode
encontrar-se em risco elevado de apresentar câncer de próstata,
devem ser indicados testes adicionais. (DUTHIE e KATZ, 2002)
O
encaminhamento para biopsia de próstata está indicado quando a
próstata for anormal e levante suspeita de câncer prostático ao
toque retal, quando o nível anormal do PSA não estiver relacionado
com a inflamação ou aumento inexplicável da próstata, quando a
ultra-sonografia prostática for anormal, levantando suspeita de
câncer ou quando houver suspeita de câncer de próstata metastático
em um paciente sem história anterior de câncer. (DUTHIE e KATZ,
2002) Ao planejar o
tratamento do câncer da próstata, os médicos levam principalmente em
consideração a extensão da doença. Os tumores localizados
inteiramente dentro da glândula, denominados estágio A ou B, às
vezes não precisam ser tratados, mas quando isto for necessário,
pode-se recorrer à cirurgia, tecnicamente denominada prostatectomia
radical, ou à radioterapia. Quando o câncer atinge os envoltórios da
próstata, o chamado estágio C, costuma-se indicar tratamento
radioterápico. Finalmente, quando o tumor se estende para outros
órgãos, instalando outros focos de câncer denominados metástases, a
doença é classificada como estágio D e é tratada com castração ou
hormônios.(http://www.uronline.unifesp.br/uronline/ed1098/caprostata.htm).
Uma grande controvérsia médica envolve o tratamento dos pacientes
com câncer localizado da próstata. Observou-se que 89% e 93% dos
pacientes submetidos à prostatectomia radical e entre 66% e 86% dos
casos tratados com radioterapia externa estavam curados após 10 anos
de acompanhamento. O painel deu importância à avaliação feita após
10 anos, porque com cinco anos quase 100% dos pacientes com câncer
localizado da próstata estão vivos, qualquer que seja o tratamento
aplicado. Embora o prognóstico dos casos de tumor disseminado pelo
organismo seja mais reservado, cerca de 35% destes pacientes
permanecem vivos e bem após cinco anos, muitos sobrevivendo mais de
10 anos.A existência de focos de tumor ou metástases em outros
órgãos torna inútil a tentativa de se erradicar o tumor prostático
inicial através de cirurgia ou de radioterapia. (http://www.uronline.unifesp.br/uronline/ed1098/caprostata.htm)
A prevenção do câncer da próstata não pode ser feita de forma
eficiente, no momento, porque ainda não são conhecidos os fatores
que modificam a maquinaria celular, tornando-a maligna. (http://www.uronline.unifesp.br/uronline/ed1098/caprostata.htm).
CÂNCER DE
COLO UTERINO
A cirurgia é a
modalidade principal de tratamento, sendo procedimento curativo ou
redutor de tamanho diante de quimioterapia sistêmica. A droga
cisplatina tem sido a base do tratamento, mas, infelizmente, esta
droga possui toxicidade renal. O tratamento da moléstia em estágio
avançado raramente é curativo. Uma vez que a doença tenha sido
detectada, é improvável que o tratamento destes pacientes seja
diferente daquele utilizado para mulheres mais jovens. Entretanto,
em função do estágio avançado da doença por ocasião de sua
manifestação, o uso de quimioterapia e radioterapia poderá ficar
limitado em virtude da idade do paciente. (DUTHIE & KATZ, 2002). A
fisioterapia oncológica é uma especialidade que traz benefícios para
o tratamento de pacientes internados e especialmente para aqueles
que fazem tratamento em domicílio. Seus recursos contribuem para
complementar o alívio da dor, diminuir a tensão muscular, melhorar a
circulação tecidual, prevenir ou reduzir linfedemas e minimizar a
ansiedade do paciente, já que o estresse e a depressão podem ser
agentes agravantes do câncer. (http://www.inca.gov.br/rbc/n_54/v04/pdf/333_344_Analise_dos_Metodos_de_Avaliacao.pdf,
2008). O prognóstico depende do estádio clinico-cirurgico, em que se
consideram o grau e o tipo histológico, a profundidade de invasão
miometrial, a presença de invasão vascular, ganglionar e metástase a
distância. .(FREITAS, et al., 2002). O risco de uma mulher com idade
acima de 65 anos de desenvolver câncer ovariano, endometrial ou
cervical, comparado com mulheres de 40 a 65 anos, é aproximadamente
três vezes maior para o câncer de ovário, duas vezes maior para o
câncer uterino e 10% maior para o câncer cervical. (DUTHIE, 2002).
As pacientes mais idosas apresentam problemas de saúde que resultam
em morbidade e inabilidades que causam inpacto negativo na qualidade
de vida. Muitos desses problemas têm uma etiologia basicamente
ginecológica e, com a atenção ao exame ginecológico adequado, podem
ser prevenidos ou diagnosticados e tratados. Cerca de 30% das
mulheres pós-menopausa têm problemas ginecológicos não
diagnosticados.(DENNY, KOREN & WISBY, 1989). A queda da mortalidade
por câncer do útero não especificado sinaliza uma melhora na
precisão do diagnóstico clínico e na qualidade do preenchimento do
atestado de óbito, e indica aumento de cobertura do teste de
Papanicolaou (FONSECA, et al., 2004). 4. CONCLUSÃO
5.
REFERÊNCIAS BASÍLIO, D. V;
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