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Trabalho realizado por: Contato: daiane.falkembach@gmail.com |
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Relato de caso de PÓS-OPERATÓRIO DE HISTERECTOMIA RADICAL, CICATRIZAÇÃO COM PONTOS DE FIBROSE e prevenção de incontinência urinária NO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO. |
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RESUMO Introdução: Histerectomia é a remoção cirúrgica do útero. Ela está indicada quando os sintomas resultantes de problemas uterinos, como sangramento excessivo ou dor, não respondem ao tratamento com medicamentos. Histerectomia Total significa a retirada de todo o útero, com ou sem remoção dos ovários. Os miomas são tumores benignos do útero que acometem cerca de 30% das mulheres. Cicatrização é o nome dado ao processo de reparo se faz à custa da proliferação do tecido conjuntivo fibroso, em que o tecido preexistente fica substituído por cicatriz fibrosa.Objetivo: Descrever um caso de uma paciente no pós-operatório de histerectomia radical, apresentando cicatriz com pontos de fibrose e sinais de incontinência urinária, além do protocolo de tratamento fisioterapêutico proposto.
Palavras-chaves: Histerectomia, Cicatriz, Tratamento Fisioterapêutico
ABSTRACT Hysterectomy is the removal surgical of the uterus. She is indicative when the symptoms resulting of uterus problems, like blood excessive or pain , no they answer the treatment with medicines. Hysterectomy Total stands for the removal of all the uterus, with or without removal from the ovaries. The miomas são tumors benevolent of the uterus what assail about 30% from the women. Cured is the title given the I sue of I repair if ago on the cost from proliferation of the cloth conjunctive fibrous, what the fabric preexistente fica substitute for scar fibrous.Objetive: Describe a case from a patient into the powders operation of hysterectomy radical , presenting scar with dots of fibrous & signals of urinol incontinence , beyond of the ceremonious of treatment physiotherapeutic proposed.
Key-words: Histerectomy , Scar, Treatment physiotherapeutic
INTRODUÇÃO
Este
procedimento é feito para muitas outras condições além do câncer, incluindo um
sangramento uterino disfuncional: endometriose; crescimentos não-malignos do
útero; cérvix e anexos; problemas de relaxamento pélvico e prolapso; e dano
irreparável ao útero.
Os miomas são tumores benignos do útero que acometem cerca de 30% das mulheres. Muitas vezes eles não causam sintomas e não precisam ser tratados; entretanto, sua remoção está indicada nas seguintes circunstâncias:
Miomas
Submucosos O Colégio Norte Americano de Obstetras e Ginecologistas estimam que 25 a 50% das pacientes submetidas a uma histerectomia terão uma ou mais complicações, embora de pequeno porte ou reversíveis. Em primeiro lugar, uma histerectomia encerra a possibilidade de uma mulher ter filhos. Outras complicações incluem: lesões ao intestino, à bexiga, ureteres (fino tubo que liga o rim à bexiga, levando a urina), sangramento vaginal, infecção, dor pélvica crônica e diminuição da resposta sexual. Como qualquer outro tipo de cirurgia, a histerectomia pode levar a riscos maiores como: 500 mulheres morrem a cada ano, devido a uma histerectomia nos EUA. O útero também produz uma substância chamada prostaciclina, que é resposável pela inibição da formação de coágulos sanguíneos. Em virtude disto, a remoção do útero pode deixar a mulher mais sujeita a ter tromboses e pode ser um fator de aumento do risco de um enfarte. Se os ovários são retirados, a mulher perde sua fonte do hormônio feminino, estrogênio. As mulheres que não podem se submeter a terapia de reposição hormonal, terão uma menopausa instantânea e terão uma chance aumentada de desenvolver osteoporose e enfartes cardíacos. Mesmo entre as pacientes que não tiveram seus ovários retirados, muitas mulheres relatam sintomas como: fadiga, ganho de peso, dores articulares, alterações urinárias e depressão. Cicatrização é o nome dado ao processo de reparo se faz à custa da proliferação do tecido conjuntivo fibroso, em que o tecido preexistente fica substituído por cicatriz fibrosa.O processo de cicatrização ocorre em quatro fases importantes: 1. Limpeza ou Inflamação– Logo após o ferimento, os tecidos lesados liberam mediadores químicos da inflamação.A agressão plaquetária e os componentes da coagulação formam o coágulo, que funciona como matriz provisória para migração celular. Surge um processo inflamatório agudo e o exsudato fibrinoso na superfície, em contato com o ar fica ressecado, formando uma crosta, que auxilia a conter a hemorragia e a proteger o ferimento de contaminações externas. Enquanto houver inflamação ativa o processo de cicatrização não se completa. 2. Retração – Reduz de 50% a 70% o tamanho do ferimento. Tem início dois a três dias após a indução do ferimento. Este fenômeno é resultado da ação dos miofibroblastos. Se a ação dos miofibroblastos for de maneira exagerada surgem contraturas. Estas são muito comumente vistas nas cicatrizações após queimaduras extensas. Tal tecido é composto por macrófagos, fibrobalstos, neomatriz e neovasculatura que aparecem simultaneamente dentro da ferida, formando um tecido macio, que dá suporte à neoepiderme e produz a neoderme. 3. Tecido de Granulação – É a parte mais característica do processo de cicatrização. Representa o novo tecido que cresce para preencher o defeito. O processo de angiogênese é dos mais importantes e parece ser basicamente o mesmo, tanto para formação do tecido de granulação, como, por exemplo, para criar um novo estroma pra células neoplásicas. A angiogênese é o processo pelo qual as células endoteliais secretam proteases que degradam a matriz extracelular, depois migram nos espaços perivasculares, proliferam e se alinham para formar novos vasos. Durante o processo de angiogênese as células endoteliais são digeridas por moléculas que fazem interação célula-célula e matriz-célula. As células endoteliais se agrupam e fazem protrusão por entre os fragmentos das membranas basais, a princípio formando fileiras sólidas de células. Nestes brotamentos sólidos, as células endoteliais começam a apresentar vacúolos citoplasmáticos que se fusionam a princípio entre si e logo com os de células vizinhas, dando origem à nova luz vascular. Os sinais ou fatores responsáveis pela angiogênese derivam de vários tipos celulares. 4. Reepitelização – O crescimento do epitélio nas bordas da ferida se faz precocemente, sendo que as células epiteliais apresentam mitoses e começam a se intrometer por debaixo da crosta. A reepitelização é o acontecimento terminal no processo de reparo. Quando o tecido conjuntivo acaba de preencher o defeito, resta apenas pequena porção da superfície do ferimento ainda descoberta. Com o arremate final, rapidamente as células epiteliais crescem e restabelecem a continuidade do revestimento. A princípio, a camada epitelial de revestimento é muito fina e deixa ver por transparência o tecido conjuntivo avermelhado, que vai se tornando mais denso com o passar do tempo, o epitélio vai se tornando mais espesso. O processo é basicamente o mesmo para qualquer circunstância. Quanto menor a perda de substância, mais rápido e simples será o reparo. Nas feridas cirúrgicas, o ideal é aproximar bastante as bordas com o auxílio de suturas, fazendo a aposição das mesmas quase sem deixar solução de continuidade. Quando isso acontece, o reparo se faz com um mínimo de produção de tecido conjuntivo, praticamente sem deixar cicatriz. Diz-se então que houve uma cicatrização por primeira intenção. Quando o reparo se faz com produção mais evidente de tecido de granulação usa-se o termo cicatrização por segunda intenção.
OBJETIVO Relato de Caso Paciente M.S.L.S, sexo feminino, 45 anos, vendedora. Realizou histerectomia radical, com acesso abdominal. Sua queixa principal eram dores na região da cicatriz. HDP: Paciente no inicio do ano de 2007, observou que sua menstruação estava com um fluxo intenso, e permanecia por vários dias. Então resolveu realizar um ultra-som vaginal, no qual foi diagnosticado um mioma uterino. HDA: Paciente realizou Histerectomia Radical. Atualmente apresenta cicatriz com pontos de fibrose, e de coloração arroxeada. Além, de perda em pequena quantidade de urina. Antecedentes: Não possui antecedentes com casos de mioma uterino. Porém, possui hipertensão. Medicamentos: Captopril Inspeção: Possui curvaturas pouco acentuadas, com encurtamento da cadeia posterior. Cicatriz de pequena largura, com pontos de fibrose, com abdômen flácido. Teste AFA: 3, flacidez e enfraquecimento da musculatura do assoalho pélvico. Diagnóstico Cinético-Funcional: Paciente em pós-operatório de Histerectomia Radical, apresentando cicatriz com pontos de fibrose com dor no local, e sinais de Incontinência Urinária. Objetivos: - Mobilização Cicatricial - Diminuição do Quadro Álgico
- Prevenção de
Incontinência Urinária Tratamento Dermatofuncional · Laser Pontual · Mobilização Cicatricial · Ultra Som 3Mhz (1.0/ 9 minutos) · RMA com microporo / esparadrapo
Tratamento Uroginecologia: · Eletroestimulação - Despertar Trófico · Perina (escala média) · Exercícios de Kegel · Bola Suiça · Alongamento
Obs: Nas ultimas sessões a paciente queixou-se de não “conseguir jogar todo ar pra fora”. Então se iniciou o trabalho respiratório com exercícios de Padrão Respiratório.
BIBLIOGRAFIA:
1-"http://pt.wikipedia.org/wiki/Cicatriz 2-http://promulheronline.com.br/materias/06.htm 3-http://pt.wikipedia.org/wiki/Histerectomia 4-Kedi, M.P.V; Sabatovch, O; Medicina Estética. São Paulo. Editora: Atheneu Ano:2004 |
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Obs.: |
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