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Trabalho realizado por:
► Elielma Costa de Andrade ¹ ► Dayse Costa Urtiga ²
► Fabíola Mariana Rolim de Lima ³
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Pesquisa personalizada
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CONTROLE POSTURAL |
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Informações
visuais, vestibulares e proprioceptivas são utilizadas, no processo
de controle da postura, desde a detecção de variações da posição de
segmentos corporais e das pistas do ambiente, ao ajuste fino dos
movimentos da musculatura axial e proximal, com vistas à manutenção
do equilíbrio (RODRIGUES et al., 2003). A velocidade
do desenvolvimento motor é influenciada, principalmente durante os
primeiros 12 e 18 meses de vida, pela maneira com que os pais
manuseiam o lactente. Além disso, as condições socioeconômicas da
família e a interação entre a mãe e o lactente são fatores que podem
influenciar no desenvolvimento motor (SHEPHERD, 1998). Existem dois
objetivos comportamentais do sistema de controle postural, a
orientação e o equilíbrio corporal. A orientação postural está
relacionada à manutenção da posição dos segmentos corporais com
relacionados aos outros segmentos corporais e com ao meio ambiente.
O equilíbrio postural está relacionado ao equilíbrio das forças
internas e externas que agem no corpo durante as ações motoras (HORAK,
MACPHERSON, 1996). Esta pesquisa
tem por objetivos, investigar, a partir da pesquisa bibliográfica, e
informar aos profissionais da área de saúde, sobre alguns aspectos
do desenvolvimento motor e controle postural, mostrando sua
importância na manutenção de uma boa qualidade de vida. Foi realizada
uma pesquisa bibliográfica, do tipo exploratória, apresentando como
método de abordagem o dedutivo, e como técnica de pesquisa a
documentação indireta.
Foram
necessárias outras alterações estruturais para que o homem pudesse
suportar, efetivamente, as tensões do peso corporal, que estariam se
concentrando nos membros inferiores. O pé perdeu a sua maior parte
das suas propriedades de preensão, tornando-se especializado na
locomoção bípede. A perna se prolongou e se retificou. O tamanho do
glúteo máximo é peculiar ao homem, já que tem um tamanho
relativamente grande. Sendo contrabalançado, o tamanho do glúteo
máximo, pelo aumento correspondente do quadríceps femoral, o qual
tende a impedir que o joelho se dobre como conseqüência do impulso
do centro de gravidade para frente quando o pé entra em contato com
o solo. Nem todas
essas modificações estruturais são satisfatórias. As extremidades
inferiores tem sido profundamente modificadas, embora a pelve, que
se une a coluna vertebral, tenha sido conservada essencialmente como
a morfologia do quadrúpede. Considerada do
ponto de vista mecânico, a coluna vertebral representa uma coluna.
Sob pressão, a essa se deforma, desenvolvendo curvaturas. Na própria
coluna vertebral, tem havido comparativamente uma escassa às
demandas da postura ereta, a não ser o desenvolvimento de uma
convexidade cervical para frente, de uma concavidade torácica e de
uma convexidade lombar. (RASCH & BURKE, 1977) Durante muitos
anos, o desenvolvimento foi descrito com base na Teoria
Neuromaturacional. Acreditava-se que as mudanças de comportamento
resultavam da crescente mielinização do SNC e simultânea inibição
dos núcleos subcorticais, a partir do aumento funcional do córtex
cerebral (THELEN, 1995). Graças aos processos maturativos, que se
ajustam às leis e aos estímulos que a criança vai recebendo por
parte daqueles que a cercam, um controle postural ajustado aos
seguintes marcos: 1-Controle da cabeça: a sustentação da cabeça em
linha de prolongação como tronco ocorre em torno dos 3 a 4 meses;
2-Coordenação olho-mão: a coordenação viso-manual vai se afinando,
estando bem estabelecida em torno dos 3 a 4 meses; 3- Posição
sentada: bebês de 4 a 5 meses mantêm-se sentados com apoio, e até os
6, 7 meses mantêm-se sentados sem ajuda; 4- Locomoção antes de
andar: estando sentados, utilizam as mãos como remos e deslizam
sobre o chão as extremidades inferiores; locomovem-se através do
engatinhar, apoiando-se nas mãos, joelhos e pés, esses movimentos
ocorrem por volta dos 8 meses; 5- Manter-se em pé e caminhar: em
torno dos 9, 10 meses, a criança é capaz de manter-se de pé
apoiando-se em algo e sem apoio, por volta dos 12 meses. Só é capaz
de andar em algum momento em torno dos 12, 14 meses. Até os 18
meses, corre, sendo capaz de dar pequenos saltos dois ou três meses
depois. Também é
importante ressaltar que, resultados sobrevém à medida que uma
criança abandona a posição quadrúpede para assumir a posição ereta,
tais como, alterações no sistema muscular, como resultado da
transferência do peso do corpo para os membros inferiores gerando um
aumento da potência e da força dos músculos extensores e das porções
inferiores do tronco, como os músculos antigravitacionais.
Alterações na coordenação, ao ocorrer o desenvolvimento dos reflexos
relacionados com o equilíbrio e a coordenação. Alterações no
sistema respiratório, com a posição ereta, os músculos inspiratórios
têm que vencer a influência da força gravitacional, elevando a
parede torácica. Alterações no sistema circulatório, havendo uma
alteração hemodinâmica, sendo necessárias contrações musculares
repetidas para melhorar o retorno venoso, evitando assim que o
sangue venha a se acumular nos espaços intracelulares, nas cavidades
dos órgãos.
- PERNAS e
JOELHOS: A posição correta dos membros inferiores pode ser
explicada, imaginando a patela alinhada na direção de uma linha
imaginaria traçada longitudinalmente desde o calcanhar ate o centro
do pé. - PELVE:
Estrutura chave para o bom alinhamento postural. O desvio de sua
posição normal se reflete em todo comprimento da postura. - COLUNA
VERTEBRAL: Numa visão póstero-anterior apresenta-se alinhada com a
linha gravitacional. Na visão de perfil encontra-se normal quando as
curvaturas fisiológicas encontram-se equilibradas. - MUSCULOS
ABDOMINAIS: Esses músculos intervêm nos reflexos da postura e da
respiração. O aspecto mais importante está relacionado à sustentação
da correção pélvica, no movimento de retroversão o qual proporciona
o equilíbrio com a lordose lombar. - CINTURA
ESCAPULAR: Estruturas importantes para um perfeito funcionamento do
aparelho respiratório. Deve estar equilibrada e simétrica. - TÒRAX: Deve
apresentar uma excursão do gradil costal entre a inspiração completa
e a expiração forçada. - CABEÇA:
Deve-se manter equilibrada, sem apresentar retração, inclinação,
rotação e propulsão.
A aquisição e
manutenção da postura e do movimento dependem do aprendizado e da
repetição das atividades. Nesse sentido, o desenvolvimento do
controle postural tem início por volta do 3º mês, quando o lactente
começa a estabilizar a cabeça. A seguir, verifica-se um
aprimoramento no controle postural, sendo que entre o 6.º e 7.º mês
muitos lactentes já são capazes de sentar por breves períodos com
apoio dos braços. (CAMPOS, SANTOS, 2005) O mecanismo
regulador da postura está diretamente relacionado com as informações
provenientes das estruturas exteroceptivas e interoceptivas. É
importante lembrar que, o Sistema Nervoso Central (SNC) é o
responsável pela determinação dos movimentos através de esquemas
motores de tal forma que as estruturas do sistema
ósteo-mio-articular são responsáveis pela mecânica do movimento,
controlado pelo mecanismo neurofisiológico. Assim, para determinação
do padrão motor postural a pessoa ao movimentar, interage com o meio
ambiente, efetua a modulação das estruturas aferentes exteroceptivas
(receptores cutâneos e retina) e proprioceptivas (fuso muscular, OTG,
labirinto e corpúsculos articulares) com a capacidade de organizar e
estruturar novos esquemas motores. (GAGEY; WEBER, 2000) A maturação da
motricidade permite que o SNC controle a postura e o movimento
através de várias informações táteis sinestésica e sensoriais. A
postura desejada é registrada nos centros motores cerebrais sob a
forma de esquema modelo, no qual, a partir deste, surge o controle
automático da estabilidade postural estática e dinâmica. O mecanismo
regulador da estabilidade postural ocorre através dos centros
superiores que compreende o cérebro, cerebelo e o tronco encefálico.
Esses recebem informações dos fusos neuromusculares, órgão tendinoso
de golgi, retina, pele e labirinto. Na medula
espinhal, estão presentes o motoneurônio alfa que é responsável pela
inervação das fibras extrafusais nos músculos, através da sua
excitação regulam a força e velocidade de contração muscular e o
motoneurônio gama que são sensores de alongamento. As fibras
intrafusais determinam a contração das fibras contidas nas partes
distais dos fusos neuromusculares que conduzirão à excitação do fuso
muscular e, por conseguinte as fibras musculares extrafusais. As estruturas
de tecido contrátil responsáveis pela força gerada e pelo controle
da carga suportada são os músculos, que dão a estabilidade postural
e são chamados de grupos musculares posturais antigravitacionais.
Tais músculos são: tibial anterior, quadríceps, ílipsoas,
abdominais, flexores do pescoço, extensores espinhais, glúteo
máximo, ísquios tibiais e tríceps sural.
- LABIRINTO
(SISTEMA VESTIBULAR): Estruturas proprioceptivas localizadas no osso
temporal sendo responsável pelo equilíbrio. È representado pelo
nervo vestibular, cujas fibras neuronais transmitem os estímulos
provocados nas estruturas auditivas internas, chega ao bulbo e faz
ligação com os núcleos dorsal medial, espinhal e lateral. Através do
núcleo espinal saem os fascículos ascendentes (fascículos
vestíbulo-espinal, fascículo espino-vertebral e fascículo cerebral).
É responsável pela orientação espacial, para controlar o tônus
postural necessário na manutenção da correta posição dos olhos
durante a movimentação da cabeça. - RETINA: O
estímulo visual é recebido pelas células (cones e bastonetes) que
constituem o estado retínico profundo, transmitido as informações
aos centros cerebrais. - PELE OU
RECEPTORES CUTÂNEOS: Durante o processo de aquisição de uma
determinada postura as estruturas nervosas de identificação do tato,
temperatura, pressão e nociceptivas, também enviam impulsos nervosos
ao SNC que podem interferir na manutenção do padrão postural
desenvolvido. -
PROPRIOCEPTORES ARTICULARES: São estruturas articulares responsáveis
também pela sinestesia, que se caracterizam pela percepção da
posição ou do movimento das estruturas do corpo no espaço, bem como,
da percepção das tensões internas e externas que tendem a mover ou
estabilizar as articulações.
As posturas
estáticas são observadas quando um padrão constante de postura é
mantido através da interação de grupos de músculos, que trabalham de
maneira mais ou menos estática para que as articulações se mantenham
estáveis e opostas à gravidade ou a outras forças. Nas posturas
eretas há uma preservação do estado de equilíbrio. A postura
dinâmica é necessária para formar uma base eficiente para o
movimento. O padrão da postura modifica-se constantemente e
ajusta-se para ir de encontro às circunstâncias mutáveis que surgem
como resultado do movimento.
Comprometimentos musculares potenciais: Diminuição da flexibilidade
nos músculos flexores do quadril (iliopsoas, tensor da fáscia lata,
reto femoral) e extensores lombares (eretor da espinha); Músculos
abdominais alongados e fracos (reto do abdome, oblíquo interno e
externo do abdome e transverso do abdome). Fontes
potenciais de dor: Sobrecarga nos ligamentos iliofemorais, no
ligamento longitudinal anterior da coluna lombar inferior e no
ligamento longitudinal posterior da coluna lombar superior e
torácica. Com posturas assimétricas há também sobrecarga da banda
iliotibial no lado em que o quadril está elevado. O estreitamento do
forame interventricular na coluna lombar inferior pode comprimir os
vasos sanguíneos, a dura máter e as raízes nervosas, especialmente
em condições artríticas.
Comprometimentos musculares potenciais: Diminuição da flexibilidade
nos músculos abdominais altos (segmentos superiores do reto
abdominal e dos oblíquos do abdome), intercostais internos,
extensores do quadril e músculos extensores lombares inferiores e
fáscias relacionadas; Músculos abdominais inferiores alongados e
fracos (segmentos inferiores do reto abdominal e dos oblíquos do
abdome). Fontes
potenciais de dor: A falta de uma curvatura lombar fisiológica reduz
o efeito absorvedor de choque da região lombar e pré-dispõe a pessoa
à lesão e sobrecarga no ligamento longitudinal posterior; aumento no
espaço posterior para os discos, o que permite ao núcleo pulposo,
sob certas circunstancias, sofrer um prolápso posterior ao ser
tentada a extensão.
Comprometimentos musculares potenciais: Perda de flexibilidade e
diminuição dos músculos do tórax anterior (intercostais), nos
músculos do membro superior originados no tórax da coluna cervical e
da cabeça inseridos na escápula (levantador da escápula e trapézio
superior) e nos da região cervical; Músculos eretores da espinha
torácica e retratores da escápula alongados e enfraquecidos
(rombóides e trapézio médio). Fontes
potenciais de dor: Fadiga dos músculos usados para manter a postura;
Comprometimento do feixe neurovascular no desfiladeiro torácico
entre a clavícula e as costelas.
Comprometimento musculares potenciais: Diminuição da flexibilidade
dos eretores da espinha torácica e dos músculos que causam a
retração da escápula, e potencial restrição dos movimentos
escapulares, o que diminui a liberdade de elevar o ombro; Fraqueza
dos músculos que fazem a protração da escápula e dos intercostais no
tórax anterior. Uma escoliose
estrutural envolve uma curvatura lateral irreversível com rotação
fixa das vértebras. A rotação dos corpos vertebrais é em direção à
convexidade da curva. Na coluna torácica, as costelas rodam com as
vértebras, de modo que haja uma proeminência posterior das costelas
no lado da convexidade vertebral e uma anterior no lado da
concavidade. Durante a inclinação para frente em uma escoliose
estrutural detecta-se uma giba nas costelas posteriores. Uma
escoliose não estrutural é reversível e pode ser alterada com
inclinação para frente ou para o lado e em mudanças de posição como
decúbito dorsal, realinhamento da pelve pela correção da
discrepância no comprimento das pernas ou com contrações musculares.
É também chamada de Escoliose Funcional ou Postural. Causas da
Escoliose Estrutural: Doenças ou distúrbios neuromusculares (como
paralisia cerebral, lesão medular ou doenças neurológicas ou
musculares progressivas), distúrbios osteopáticos (como hemivértebra,
osteomalacia, raquitismo ou fratura) e idiopáticos, nos quais a
causa é desconhecida. Causas da
Escoliose Não-Estrutural: Discrepância no comprimento da pernas,
estrutural ou funcional; defesa ou espasmo muscular devido a
estímulos dolorosos na coluna e no pescoço; e posturas habituais ou
assimétricas. Fontes
potenciais de dor: Fadiga muscular e distensão ligamentar no lado da
convexidade; Irritação de raiz nervosa no lado da concavidade;
Desequilíbrios musculares potenciais; Diminuição da flexibilidade na
musculatura do lado côncavo da curva; Musculatura alongada e fraca
no lado convexo da curva. REGIÃO
CERVICAL
Comprometimentos musculares potenciais: Diminuição da flexibilidade
dos músculos levantador da escápula, esternocleidomastóideo,
escaleno e suboccipital.Se as escápulas estiverem elevadas, também
pode haver músculos trapézios superiores encurtados.Com sintomas
articul trapézio médio).ares temporo-mandibulares, os músculos da
mastigação podem ficar tensionados; Músculos anteriores da garganta
alongados e enfraquecidos(o hióideo torna-se fixo devido à posição
alongada)e, também, os músculos eretores da espinha cervicais
inferiores e torácicos superiores. Fontes
potenciais de dor: Dor na articulação têmporomandibular e alterações
oclusivas; Diminuição da função absorvedora de choque da curvatura
lordótica, o que pode predispor à lesão cervical; Sobrecarga do
ligamento da nuca. Potencias
comprometimentos musculares: Diminuição da flexibilidade dos
músculos anteriores do pescoço; Teoricamente, os músculos
levantadores das escápulas, esternocleidomastóideo e escalenos
tornam-se mais alongados e enfraquecidos.
A assimetria
nos membros inferiores pode dever-se a desvios estruturais ou
funcionais no quadril, joelho, tornozelo ou pé. Problemas funcionais
comuns incluem pé plano unilateral e desequilíbrios na flexibilidade
dos músculos. As forças de reação do solo assimétrica resultante
transmitida para a pelve e a coluna podem levar ao colapso dos
tecidos e uso excessivo, particularmente se a pessoa envelhecer,
ficar acima do peso ou estiver com descondicionamento geral devido à
inatividade. Potenciais
fontes de dor: Ocorrem maiores forças de atrito nas articulações do
quadril da PL, o que aumenta a sobrecarga nos ligamentos de suporte
e diminui a superfície de apoio dentro da articulação; A estenose no
forame interventricular lombar no lado da PL pode causar congestão
vascular ou irritação de raiz nervosa; Compressão das facetas
lombares e irritação no lado oposto da PL; Colapso do disco com
força de torção e assimétricas; Tensão, fadiga ou espasmo muscular
em resposta à carga; Síndromes de uso excessivo dos membros
inferiores. Potenciais
comprometimentos musculares: Diminuição da flexibilidade nos
adutores do quadril no lado da PL e nos abdutores no lado da PC; Há
diferenças assimétricas nos músculos iliopsoas, quadrado lombar,
piriforme e eretor da espinha; Os músculos adutores do quadril no
lado da PC, os abdutores no lado da PL e, em geral, os músculos no
lado convexo da curvatura acham-se alongados e enfraquecidos.
Podemos
considerá-la como método qualitativo, a partir das observações das
imagens, porém quando analisamos as grandezas cinemáticas,
referentes à velocidade de deslocamento ou sua aceleração linear ou
angular, pode considerá-la como método quantitativo.
Observou-se
que a maturação do SNC é um elemento de grande importância para a
evolução motora. No entanto, a percepção, a cognição, a experiência
e o ambiente também devem ser reconhecidos como fatores
determinantes para o desenvolvimento motor.
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